21-10-2007, 02:29 PM
Na sequência dos artigos anteriores relacionados com A Componente Humana do Modelo de Segurança (CHMS) finalizamos este mês a trilogia Formação – Informação – Motivação, exactamente com este último factor.
A Motivação, quando analisada sobre a decomposição da palavra conduz-nos a: Motivo + Acção; ou seja, ter um Motivo para uma Acção.
Mesmo quando factores externos ao indivíduo, muito fortes, como as condições sociais, de trabalho e monetárias, etc., estão presentes, a motivação de um Vigilante de Segurança Privada (VSP) pode ser muito baixa.
A Motivação é um sentir muito intrínseco ao ser Humano. Os seus níveis estão sempre condicionados por um conjunto de factores internos e externos ao indivíduo. Caso não exista uma predisposição para estarmos motivados, tudo à nossa volta pode ser favorável, mas… falta qualquer coisa; e essa “coisa” pode ser o suficiente para que o nosso desempenho, neste caso, o profissional, seja afectado.
O que se pretende afirmar é que no caso concreto de um AVP, é nossa convicção de que: o Cliente pode proporcionar-lhe óptimas condições (operacionais e logísticas) para um adequado desempenho da sua função; também a sua Empresa cumprir para com ele(a) todos os compromissos acordados, porém, se não existir uma “vontade” que já identificámos como “Motivação” o AVP nunca desempenhará a sua função da forma correcta na persecução dos objectivos que lhe são exigidos.
Existem no nosso País, demasiados casos, em que o atingir dos objectivos da CHMS se sustentam única e exclusivamente na Motivação dos AVP. A entidade contratante, por desconhecimento e/ou propositadamente não cria condições para um cabal desempenho dos AVP. A par desta atitude, também a empresa contratada se omite das responsabilidades para com os seus empregados. Para garantir o cumprimento dos objectivos resta exclusivamente e tão só, a Motivação dos AVP.
Como se pode constatar pelo descrito, existem duas situações evidentes: aquelas em que as organizações (contratante e contratada) proporcionam ao AVP todas as condições para um cabal desempenho, porém este não se revela; e os casos em que existe uma total omissão das organizações, contudo uma vital Motivação do AVP.
Concluímos como começamos. O Motivo para a Acção só ocorre se existir uma predisposição do Agente. Essa motivação nem sempre está presente no desempenho da maioria dos AVP. Porquê?... No meu entender, esta questão tem uma resposta: Qualquer pessoa julga reunir condições para ser Vigilante. Este será o tema da próxima crónica.
A Motivação, quando analisada sobre a decomposição da palavra conduz-nos a: Motivo + Acção; ou seja, ter um Motivo para uma Acção.
Mesmo quando factores externos ao indivíduo, muito fortes, como as condições sociais, de trabalho e monetárias, etc., estão presentes, a motivação de um Vigilante de Segurança Privada (VSP) pode ser muito baixa.
A Motivação é um sentir muito intrínseco ao ser Humano. Os seus níveis estão sempre condicionados por um conjunto de factores internos e externos ao indivíduo. Caso não exista uma predisposição para estarmos motivados, tudo à nossa volta pode ser favorável, mas… falta qualquer coisa; e essa “coisa” pode ser o suficiente para que o nosso desempenho, neste caso, o profissional, seja afectado.
O que se pretende afirmar é que no caso concreto de um AVP, é nossa convicção de que: o Cliente pode proporcionar-lhe óptimas condições (operacionais e logísticas) para um adequado desempenho da sua função; também a sua Empresa cumprir para com ele(a) todos os compromissos acordados, porém, se não existir uma “vontade” que já identificámos como “Motivação” o AVP nunca desempenhará a sua função da forma correcta na persecução dos objectivos que lhe são exigidos.
Existem no nosso País, demasiados casos, em que o atingir dos objectivos da CHMS se sustentam única e exclusivamente na Motivação dos AVP. A entidade contratante, por desconhecimento e/ou propositadamente não cria condições para um cabal desempenho dos AVP. A par desta atitude, também a empresa contratada se omite das responsabilidades para com os seus empregados. Para garantir o cumprimento dos objectivos resta exclusivamente e tão só, a Motivação dos AVP.
Como se pode constatar pelo descrito, existem duas situações evidentes: aquelas em que as organizações (contratante e contratada) proporcionam ao AVP todas as condições para um cabal desempenho, porém este não se revela; e os casos em que existe uma total omissão das organizações, contudo uma vital Motivação do AVP.
Concluímos como começamos. O Motivo para a Acção só ocorre se existir uma predisposição do Agente. Essa motivação nem sempre está presente no desempenho da maioria dos AVP. Porquê?... No meu entender, esta questão tem uma resposta: Qualquer pessoa julga reunir condições para ser Vigilante. Este será o tema da próxima crónica.