12-02-2008, 12:01 AM
O presidente do INEM, Luís Cunha Ribeiro, vai ser substituído porque a Ministra da Saúde, Ana Jorge, aceitou o seu "lugar" quando este o colocou, como mandam as regras, à disposição da nova Ministra.
Dos muitos comentários que ouvi sobre o assunto, retive o do representante dos Bombeiros Profissionais. Disse o Sr. Curto que Cunha Ribeiro tinha sido um bom presidente, mas para o INEM. Dando a entender que o presidente, agora de saída, teria prestado um mau serviço à pré-emergência. As razões apontadas para esta afirmação seria que o mesmo não tinha sido um elemento de diálogo com as outras "forças" que fazem parte dessa missão como por exemplo os Bombeiros, que não são os únicos, (ao contrário do que pensam algumas mentes).
Ponderei sobre estas declarações, e concluí que concordo com elas. Porém, vou mais longe. Garantidamente, as causas pelas quais a pré-emergência está tão mal não podem ser apenas da responsabilidade de uma pessoa. Questiono-me se não seria também de substituir e rapidamente os outros dois representantes mais interventivos; ou seja o próprio Sr. Curto e o Sr. Duarte Caldeira.
O Sr. Curto porque, como lhe competia, não soube acompanhar a ideia do ex-presidente do INEM em profissionalizar as equipas de prestação de socorro nos Bombeiros. O que acabava com os amadorismos a que recentemente assistimos e tanto nos envergonhou.
O Sr. Duarte Caldeira deveria ser afastado porque olha demasiado para o seu umbigo, esquecendo-se que existem pessoas e necessidades para além de algumas das Associações de Bombeiros que ele defende mesmo quando está perante situações indefensáveis.
Os erros cometidos pelo INEM foram assumidos com a demissão do seu presidente e os dos Bombeiros, são assumidos por quem? Ou será que consideram que não houve erros?
Para a prestação de socorro em Portugal melhorar e não só no pré-hospitalar, tem de existir vontade de investir, em recursos técnicos e também em novas mentalidades e conceitos.
Dos muitos comentários que ouvi sobre o assunto, retive o do representante dos Bombeiros Profissionais. Disse o Sr. Curto que Cunha Ribeiro tinha sido um bom presidente, mas para o INEM. Dando a entender que o presidente, agora de saída, teria prestado um mau serviço à pré-emergência. As razões apontadas para esta afirmação seria que o mesmo não tinha sido um elemento de diálogo com as outras "forças" que fazem parte dessa missão como por exemplo os Bombeiros, que não são os únicos, (ao contrário do que pensam algumas mentes).
Ponderei sobre estas declarações, e concluí que concordo com elas. Porém, vou mais longe. Garantidamente, as causas pelas quais a pré-emergência está tão mal não podem ser apenas da responsabilidade de uma pessoa. Questiono-me se não seria também de substituir e rapidamente os outros dois representantes mais interventivos; ou seja o próprio Sr. Curto e o Sr. Duarte Caldeira.
O Sr. Curto porque, como lhe competia, não soube acompanhar a ideia do ex-presidente do INEM em profissionalizar as equipas de prestação de socorro nos Bombeiros. O que acabava com os amadorismos a que recentemente assistimos e tanto nos envergonhou.
O Sr. Duarte Caldeira deveria ser afastado porque olha demasiado para o seu umbigo, esquecendo-se que existem pessoas e necessidades para além de algumas das Associações de Bombeiros que ele defende mesmo quando está perante situações indefensáveis.
Os erros cometidos pelo INEM foram assumidos com a demissão do seu presidente e os dos Bombeiros, são assumidos por quem? Ou será que consideram que não houve erros?
Para a prestação de socorro em Portugal melhorar e não só no pré-hospitalar, tem de existir vontade de investir, em recursos técnicos e também em novas mentalidades e conceitos.