Versão Completa: Parabéns à GNR e INEM em Timor
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PARABÉNS! Esta é a palavra que expressa um sentimento de agradecimento. Agradecimento à nossa GNR e ao INEM, em particular aos elementos que estão a prestar serviço em Timor.
Foi também esse sentimento de agradecimento que quis expressar a esposa do Primeiro-ministro daquele jovem País quando visitou o sub-agrupamento Bravo na companhia dos seus filhos e dos media.
Muitas são as encruzilhadas políticas que se vivem naquele País e algumas delas estarão por detrás, quer dos ataques perpetrados contra o Presidente e Primeiro-ministro, quer da ausência da imediata prestação de socorro, por parte das forças internacionais cuja missão é a segurança dos dois, neste caso concreto do Presidente. Porque não lhe foi prestado auxílio imediato? Não terão tido os elementos, supostamente treinados, para segurança ao Ramos Horta a percepção da gravidade dos seus ferimentos?
Se calhar, seria óptimo para alguns que naquele dia morressem: Presidente, Primeiro-Ministro e o Renegado Major Reinado.
Quem ganharia com isso? O Povo Timorense não era!
Todavia este grave incidente veio demonstrar duas coisas:
1. Que por estranho que nos pareça, a GNR, em Timor, não tem representação nas reuniões que se realizam ao mais alto-nível e cujo tema é Segurança, porquê?
2. Que as nossas forças, quer as de segurança quer as de socorro estão treinadas e preparadas para os mais diversos cenários que encontram fora do País.
Internamente, continuamos a tratá-los menos bem. Os Legisladores e Juízes não respeitam o seu trabalho, a população nem sempre entende a sua missão e aqueles que apregoam a sua defesa, não estão à sua altura.
Caro Amigo Júlio
Trabalho na empresa que é por si só o maior investidor e o maior empregador em Timor desde a primeira hora- Ensul Meci. Assim sendo, tenho acesso a informação on line que nem todas as pessoas têm.
Partilho e compatilho as tuas ideias às quais somo outras que estão por explicar e, nem sei se algum dia vão ser explicadas.
O amigo Reinado tinha a protecção dos australianos e do próprio Xamana e quiçá até, do próprio Ramos Horta pelo que, os portugueses que lá estão e até, todos nós, estamos por perceber quem foi o responsável por tudo isto e, sobretudo, qual o papel dos australianos.
E onde está o dinheiro do fundo (alimentado pelas organizações internacionais e pelo petróleo de Timor) que não há maneira de chegar ao povo?
As novas nações são assim- muita dúvida, incerteza e sobretudo conta-informação, etc
Abraço/ A.Perna
Nota: Não tenho visto comentários e/ou artigos sobre Bombeiros, cheias e sobretudo sobre uma senhora que teve um trabalho exemplar para com os Bombeiros Voluntários do Distrito de Lisboa e, cuja substituição recente, ninguém falou- a ex Governadora do Distrito de Lisboa- Drª Adelaide Rocha.
Agradeço a dinamização nos Corpos de Bombeiros desta situação uma vez que todos nós lhe devemos um pouco de carinho nesta altura.
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