19-02-2008, 01:49 PM
PARABÉNS! Esta é a palavra que expressa um sentimento de agradecimento. Agradecimento à nossa GNR e ao INEM, em particular aos elementos que estão a prestar serviço em Timor.
Foi também esse sentimento de agradecimento que quis expressar a esposa do Primeiro-ministro daquele jovem País quando visitou o sub-agrupamento Bravo na companhia dos seus filhos e dos media.
Muitas são as encruzilhadas políticas que se vivem naquele País e algumas delas estarão por detrás, quer dos ataques perpetrados contra o Presidente e Primeiro-ministro, quer da ausência da imediata prestação de socorro, por parte das forças internacionais cuja missão é a segurança dos dois, neste caso concreto do Presidente. Porque não lhe foi prestado auxílio imediato? Não terão tido os elementos, supostamente treinados, para segurança ao Ramos Horta a percepção da gravidade dos seus ferimentos?
Se calhar, seria óptimo para alguns que naquele dia morressem: Presidente, Primeiro-Ministro e o Renegado Major Reinado.
Quem ganharia com isso? O Povo Timorense não era!
Todavia este grave incidente veio demonstrar duas coisas:
1. Que por estranho que nos pareça, a GNR, em Timor, não tem representação nas reuniões que se realizam ao mais alto-nível e cujo tema é Segurança, porquê?
2. Que as nossas forças, quer as de segurança quer as de socorro estão treinadas e preparadas para os mais diversos cenários que encontram fora do País.
Internamente, continuamos a tratá-los menos bem. Os Legisladores e Juízes não respeitam o seu trabalho, a população nem sempre entende a sua missão e aqueles que apregoam a sua defesa, não estão à sua altura.
Foi também esse sentimento de agradecimento que quis expressar a esposa do Primeiro-ministro daquele jovem País quando visitou o sub-agrupamento Bravo na companhia dos seus filhos e dos media.
Muitas são as encruzilhadas políticas que se vivem naquele País e algumas delas estarão por detrás, quer dos ataques perpetrados contra o Presidente e Primeiro-ministro, quer da ausência da imediata prestação de socorro, por parte das forças internacionais cuja missão é a segurança dos dois, neste caso concreto do Presidente. Porque não lhe foi prestado auxílio imediato? Não terão tido os elementos, supostamente treinados, para segurança ao Ramos Horta a percepção da gravidade dos seus ferimentos?
Se calhar, seria óptimo para alguns que naquele dia morressem: Presidente, Primeiro-Ministro e o Renegado Major Reinado.
Quem ganharia com isso? O Povo Timorense não era!
Todavia este grave incidente veio demonstrar duas coisas:
1. Que por estranho que nos pareça, a GNR, em Timor, não tem representação nas reuniões que se realizam ao mais alto-nível e cujo tema é Segurança, porquê?
2. Que as nossas forças, quer as de segurança quer as de socorro estão treinadas e preparadas para os mais diversos cenários que encontram fora do País.
Internamente, continuamos a tratá-los menos bem. Os Legisladores e Juízes não respeitam o seu trabalho, a população nem sempre entende a sua missão e aqueles que apregoam a sua defesa, não estão à sua altura.