Júlio Santos

Versão completa: Explosão em Setúbal
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No passado dia 22 de Novembro pelas 18H45 ocorreu uma violenta explosão no edifício n.º 13 da Praceta Afonso Paiva em Setúbal.

Felizmente não houve mortes nem feridos graves a lamentar, mas talvez o houvesse se a explosão tivesse ocorrido 1 hora mais tarde.

O edifício de 12 andares, sofreu danos estruturais muito significativos em especial nos últimos três pisos.

Presume-se que a origem da explosão tenha sido uma fuga de gás no 11º andar.

Diversos moradores afirmam que o edifício estava a ser preparado para a transferência do abastecimento de gás propano para gás natural.

A Galp energia confirmou que dois dias antes, tinham estado a proceder a testes na coluna montante do edifício e que dará inicio a uma investigação para apurar as causas do acidente.

As inspecções efectuadas pelo Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC), visam a estabilização do edifício e a salvaguarda da segurança pública.
Como tal está a proceder-se ao escoramento (através da colocação de uma estrutura metálica de apoio) e o contraventamento (solidarização dos elementos estruturais mais danificados, nomeadamente dos pilares mais deformados e/ou em risco de desiquilíbrio).
O acompanhamento técnico da obra é assegurado pelo LNEC, Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) e pela Câmara Municipal de Setúbal.
O acesso dos moradores ao edifício será possível, por razões de segurança, logo após a conclusão dos trabalhos de estabilização.
Manter-se-á, durante o mesmo período, o perímetro de segurança definido pela Polícia de Segurança Pública (PSP) e o comando das operações por parte do Comando Distrital de Operações de Socorro de Setúbal (CDOS).

Em minha modesta opinião a causa da explosão poderá não ter sido uma fuga de gás.
Danos estruturais tão elevados, teriam que ter na sua origem uma concentração elevada ou considerável de gás e para isso acontecer e visto o gás propano ser odorizado provávelmente teria sido detectado por alguns ocupantes entre os 10º e 12º andares.

Mas não me cabe a mim, mas sim à Policía Judiciária de Setúbal a investigação a fim de apurar a causa do acidente.
Boas Hugo.
Na minha opinião também acho que não foi de gás, mas se o foi, será que houve mais alguma coisa à pelo meio?
Na minha opinião foi gás ou algo lícito, porque a ser ilícito, as companhias de seguros não estariam já a pagar indemnizações.
Segundo pude apurar, o 11º andar não estava habitado.
Ola caros amigos, desde ja parabens a noticia em si elaborada.
No 11º Andar estava habitado por uma pessoa que era e é funcionaria do INEM.
Em relação a explosão que se deu, na minha opiniao e gaz por que se o predio tem Gaz natural, o gaz naural e um tipo de gaz que em relação ao AR e mais LEVE por isso a acumulação de gazes bastou uma fonte de IGNIÇÂO.