29-03-2008, 07:46 PM
Este debate só peca por tardio e por estar a feito aqui. Deveria estar ser feito por quem tem poder de decidir.
Estou de acordo com o Raul quando diz que o País, da forma que está estruturado, não pode abdicar dos préstimos dos Bombeiros Voluntários, mas isso, mais tarde ou mais cedo, vai ter de acontecer.
Um quartel de Bombeiros tem por “obrigação”, para com a população que serve de ter um número mínimo de bombeiros, (até Centralistas, já disse ao Perna que são: OPERADORES DE CENTRAL, mas ele não fixou) formados em diversas áreas e com uma capacidade de resposta muito rápida.
Isso hoje não se consegue sem os assalariados. Uma forma de rápida de gradualmente se resolver o assunto é assumir a criação de Corpos Mistos em todos os Concelhos.
Creio que a nova Legislação falhou esse alvo, não houve coragem política para ir mais além, decerto, como dizes Raul, por uma questão de orçamento, mas o facto é que mais tarde ou mais cedo vai ter de ser.
Quem quiser ser Bombeiro poderá ser Voluntário (serão muito poucos) e os restantes têm de ser Profissionais e, tal como os policiais, médicos e enfermeiros, teremos no País aqueles que tivermos capacidade para ter.
As Corporações de Bombeiros não oferecem aos nossos jovens (há muitos anos) o que eles precisam para serem cativados.
E existe um problema ainda maior, referido pelo Perna, que é a da desertificação do próprio País em determinadas zonas. Ou seja, o poder político não teve, com todos os seus meios, capacidade de parar a sangria das pessoas para as grandes cidades e exige às Associações de Bombeiros que o façam relativamente aos voluntários?
Que me desculpem os que ainda hoje, com sacrifício das suas vidas privadas, nos dão o seu tempo em prol do socorro de todos, mas infelizmente, e não por vossa culpa, esse não é o futuro.
O Voluntariado tem de começar a ser observado como na realidade é. Importa uma análise urgente de quais os seus números, valências e competências. E depois, tomar as medidas adequadas para que possamos ter um socorro digno das pessoas que vivem neste País.
Estou de acordo com o Raul quando diz que o País, da forma que está estruturado, não pode abdicar dos préstimos dos Bombeiros Voluntários, mas isso, mais tarde ou mais cedo, vai ter de acontecer.
Um quartel de Bombeiros tem por “obrigação”, para com a população que serve de ter um número mínimo de bombeiros, (até Centralistas, já disse ao Perna que são: OPERADORES DE CENTRAL, mas ele não fixou) formados em diversas áreas e com uma capacidade de resposta muito rápida.
Isso hoje não se consegue sem os assalariados. Uma forma de rápida de gradualmente se resolver o assunto é assumir a criação de Corpos Mistos em todos os Concelhos.
Creio que a nova Legislação falhou esse alvo, não houve coragem política para ir mais além, decerto, como dizes Raul, por uma questão de orçamento, mas o facto é que mais tarde ou mais cedo vai ter de ser.
Quem quiser ser Bombeiro poderá ser Voluntário (serão muito poucos) e os restantes têm de ser Profissionais e, tal como os policiais, médicos e enfermeiros, teremos no País aqueles que tivermos capacidade para ter.
As Corporações de Bombeiros não oferecem aos nossos jovens (há muitos anos) o que eles precisam para serem cativados.
E existe um problema ainda maior, referido pelo Perna, que é a da desertificação do próprio País em determinadas zonas. Ou seja, o poder político não teve, com todos os seus meios, capacidade de parar a sangria das pessoas para as grandes cidades e exige às Associações de Bombeiros que o façam relativamente aos voluntários?
Que me desculpem os que ainda hoje, com sacrifício das suas vidas privadas, nos dão o seu tempo em prol do socorro de todos, mas infelizmente, e não por vossa culpa, esse não é o futuro.
O Voluntariado tem de começar a ser observado como na realidade é. Importa uma análise urgente de quais os seus números, valências e competências. E depois, tomar as medidas adequadas para que possamos ter um socorro digno das pessoas que vivem neste País.
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
Júlio Santos

