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Incêndios Florestais
#4
Caríssimo Júlio Santos,

Em relação ás duas questões pertinentes que coloca relativamente ao tópico inserido pelo Miguel Silva, aqui segue o meu parecer:

1. "Como é possível uma gestão integrada de meios sem um meio de comunicação integrado, falta muito para o SIRSP?" De facto em relação a este ponto pressuponho que se esteja a referir à comunicação entre os vários agentes da protecção civil que actuam no plano operacional do Sistema Integrado de Operações de Protecção e Socorro (SIOPS) e se assim for a comunicação é sem dúvida um problema, pois sinceramente não sei em que "pé" se encontra este projecto do Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal (SIRESP). Contudo o sistema de comunicações nos Bombeiros melhorou significativamente após um investimento em infra-estruturas e equipamentos por parte da tutela nas comunicações em banda alta.
2. "Os GIPS da GNR como ficam?" Em minha modesta opinião não ficavam de modo algum, pois à GNR cabe a incumbência de missões de segurança e policiamento para as quais os seus elementos foram treinados. "Foram parte da resolução deste flagelo?" A meu ver não, pois a actuação deste grupo sobre o fogo apenas se aplica nos primeiros 20 a 25 minutos e se não houver sucesso nessa intervenção os GIPS retiram e entram em acção os meios de combate a incêndios dos Bombeiros. Para quem não sabe a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC) criou sob sua dependência directa este ano a Iª Companhia Especial de Bombeiros, também denominada de "Canarinhos" com um efectivo de 140 Bombeiros divididos em quatro grupos sediados nos distritos de Castelo Branco, Guarda, Santarém e Portalegre. Até 21 de Setembro de 2007, estão abertas candidaturas para o processo de selecção de mais 100 Bombeiros que constituirão a IIª Companhia Especial de Bombeiros, a sediar nos distritos de Évora, Beja e Setúbal. "As Companhias Especiais de Bombeiros, visam dotar o SIOPS de um efectivo minímo de elementos que, em disponibilidade permanente e com preparação adequada, possam responder de imediato, tanto em missões de carácter emergente de protecção e socorro, como em acções de prevenção e combate em cenários de incêndios, acidentes graves e catástrofes, em qualquer local no território nacional ou fora do país, sem prejuízo das missões inerentes a outros Agentes de Protecção Civil." "Como seria se esse factor profissional, com as mesmas condições e meios, transitasse para a alçada dos Bombeiros?" Sem dúvida nenhuma que se todo o equipamento e material que foi cedido ao GIPS fosse investido nos Bombeiros era uma mais valia, quanto mais não fosse apenas o equipamento de protecção individual (EPI) para o combate a incêndios florestais que tem um nivel de segurança elevado e é menos desgastante em termos de trabalho por ser mais leve bem como ajuda no combate ao stress térmico.
Cordiais cumprimentos,
Hugo Pereira da Silva
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Mensagem neste Tópico
Incêndios Florestais - por Miguel Silva - 13-09-2007, 09:26 PM
RE: Incêndios Florestais - por adjsp - 14-09-2007, 08:29 AM
RE: Incêndios Florestais - por Hugo Pereira da Silva - 14-09-2007, 07:55 PM
RE: Incêndios Florestais - por André Fernandes - 18-09-2007, 03:28 AM

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