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Posição publica do stad sobre lei das armas na segurança privada
#1
Cool 
SINDICATO DOS TRABALHADORES
de Serviços de Portaria, Vigilância, Limpeza, Domésticas, e
DE ACTIVIDADES DIVERSAS
(Antigo Sindicato dos Contínuos e Porteiros, fundado em 01/11/41)
STAD
SEDE NACIONAL :Rua de S. Paulo, Nº 12 -1º 1200-428 LISBOA Tlfs: 21 346 37 56 21 347 55 96/9 Fax: 21-347 55 90
stad_nacional@stad.pt http://www.stad.pt
FILIADO NA CGTP- IN E FEPCES
NOTA AOS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL
O ASSALTO À VIATURA DE TRANSPORTE DE
VALORES DA PROSEGUR REFORÇA A POSIÇÃO
SINDICAL DE QUE A ATRIBUIÇÃO DE ARMAS DE
FOGO AOS TRABALHADORES VIGILANTES
COLOCARIA EM RISCO A SUA PRÓPRIA VIDA.
SÓ UMA VIGILÂNCIA PRIVADA CIVILISTA CONTRIBUIRÁ
PARA A SEGURANÇA PÚBLICA NA SOCIEDADE
DEMOCRÁTICA E SALVAGUARDARÁ A VIDA DOS
TRABALHADORES!
No passado dia 20 de Agosto, na A2, foi assaltada pelas 2h30 uma viatura de
transporte de valores.
A sofisticação deste assalto pode indiciar que se entrou, infelizmente, num novo
ciclo de uma criminalidade mais violenta.
Efectivamente, a determinação e os meios com que o assalto foi realizado,
demonstra que foi friamente estudado em todos os seus pormenores.
Como Sindicato representativo dos interesses dos trabalhadores do sector da
vigilância privada, o STAD, a propósito deste assalto, toma a seguinte:
POSIÇÃO PÚBLICA
1. Saúda fraternalmente os trabalhadores vigilantes de transporte de valores que
estavam no interior da viatura blindada e que sofreram um forte choque
psicológico;
2. Congratula-se pelo facto de a sua integridade física e a sua vida não terem
estado em perigo, apesar da violência do assalto;
3. Considera que esta feliz circunstância certamente se deve ao facto de os
assaltantes saberem que eles não estavam armados e, exactamente por esse
motivo, não serem um factor de perigo para o êxito do assalto;
4. Este assalto e o rigor e eficácia quase militar com que foi executado, demonstra
que, muito provavelmente, se os assaltantes soubessem que os trabalhadores
vigilantes de transporte de valores estivessem armados no interior da viatura e
pudessem eventualmente resistir ao assalto, teriam certamente atirado a matar
para os neutralizar, em lugar de os deixar fugir (porque não ofereciam perigo).
Isto significa que, neste caso concreto, a inexistência de armas salvaguardou a
vida dos trabalhadores.
5. Não é, por outro lado, abusivo concluir que, ao contrário do que aconteceu neste
caso concreto, se, na generalidade, os assaltantes soubessem que os
trabalhadores vigilantes possuíam armas de fogo, iniciariam o assalto, com o
factor “surpresa” do seu lado, “neutralizando” primeiro os trabalhadores
vigilantes, ou seja, atirando a matar logo no início do assalto;
6. Exactamente por isto estes trabalhadores vigilantes procederam correctamente:
não ofereceram resistência aos assaltantes. Este é o procedimento correcto de
os trabalhadores vigilantes enfrentarem uma situação como esta. A resistência
e/ou o confronto com assaltantes armados é um risco que nenhum trabalhador/a
da vigilância privada deve correr!
7. É neste quadro objectivo que a posição da Direcção Nacional do STAD, face à
atribuição, ou não, de armas de fogo aos trabalhadores vigilantes tem sido e
continua a ser clara: o STAD opõe-se a que exista a atribuição de armas de fogo
aos trabalhadores vigilantes. Essa é a melhor forma de proteger a integridade
física dos trabalhadores e de travar uma espiral de violência que inevitavelmente
surgiria na sociedade se, à segurança privada, fosse concedida a possibilidade
de armar os respectivos trabalhadores.
8. A Direcção Nacional do STAD considera, portanto, positiva a posição do
Governo sobre esta matéria e considera também que este assalto reafirma a
justeza das suas posições, e retira argumentos consistentes a todos aqueles
que, independentemente da sua função ou actividade, vêm defendendo a
atribuição de armas de fogo aos trabalhadores vigilantes;
9. Finalmente, a Direcção Nacional do STAD reafirma que só uma função civilista
de prevenção e protecção activa de bens e instalações dos clientes pelos
trabalhadores da vigilância privada, numa relação estreita com as forças de
segurança pública, garante que a sociedade democrática salvaguardará, face à
criminalidade e aos seus agentes, os cidadãos e os seus interesses, no respeito
pelo Estado de Direito Democrático e, simultaneamente, a própria integridade
física dos trabalhadores vigilantes.
SOLICITAMOS A PUBLICAÇÃO DESTA NOTICIA E A COBERTURA JORNALISTICA DESTA INICIATIVA
A Direcção Nacional
Comunicado 087/08
Lisboa, 21 de Agosto de 2008
Armas na segurança privada sim ou não?- Aspectos gerais e noções do que pretendo para este sector e nomeadamente para o pais.



Muito tem vindo a ser discutido se a segurança privada deve ou não ter licença especial de uso e porte de arma.

No meu ponto de vista o uso de armas na segurança privada deverá ser de carácter obrigatório mas de forma responsável uma vez que ainda não estão reunidas todas as condições para que não sejam violados os direitos liberdades e garantias dos cidadãos.

Sei que por parte dos grupos parlamentares assim como por parte do governo esta matéria tem sido muito controversa o que por muitos é pouco entendida e por outros ser fundamental e a qual eu pretendo desmistificar e de expor a minha opinião para que todos juntos possamos compreender e ultrapassar esta situação.

A meu ver nós no ramo da segurança privada temos o direito á nossa autodefesa pois se não fosse por isso certamente não trabalharia-mos em segurança.

Quem pensa em vir para um sector como o nosso arrisca-se a ter pela frente enormes dificuldades as quais sem os meios necessários são impossíveis de concretizar.

Não pretendo com isto fazer com que o uso e porte de arma passe a ser feito de maneira irresponsável e fomentar uma escalada ao armamento.

Por isso passo em baixo a mencionar alguns critérios os quais acho que como ponto de partida a nível legislativo poderiam ser muito importantes para ajudar estes profissionais das dificuldades desta profissão:

- O elemento da segurança deverá passar por um período de 5 anos numa empresa de segurança privada antes de poder ter licença de uso e porte de arma.

O mesmo após este período e depois de avaliado psicologicamente poderá ser submetido a avaliação em carreira de tiro a fim de ser apreciado e avaliado.

Após este processo deverá ter um pequeno curso de noções legislativas para que possa sair deste processo de forma responsável e com noção da responsabilidade dos seus actos não ferindo nenhum direito constitucional de nenhum cidadão.

O elemento após este processo com aproveitamento deve ser submetido a juramentação no governo civil e a sua categoria profissional deve progredir de vigilante para agente principal de segurança privada.

Esta progressão na carreira servirá para distinguir o actual vigilante das suas funções e competências para um novo tipo de segurança privada.

Estes novos seguranças em articulação com agentes do estado poderão um dia servir para patrulhar as ruas do nosso pais a fim de garantir uma melhor qualidade no patrulhamento das ruas nos conselhos.

Ainda assim, ao restante pessoal deverá ser autorizado alguns meios de defesa não letal ainda que funcionem dentro de instalações para que possam ter a sua autodefesa.

Dou como alguns dos exemplos os maces ou até bastões eléctricos dentro dos padrões permitidos para os civis e desde que estes se encontrem em funções numa empresa de segurança á mais de 5 anos.

É importante que faça-mos o upgrade deste sector pois cada vez mais o crime violento e organizado é uma realidade não só no nosso pais como no resto do mundo.

É obvio que se este upgrade não for feito a violência vai continuar a aumentar fazendo com que o lado mais fraco seja o próprio cidadão e o profissional que tenta prevenir o acto ilícito o que também e por parte dos próprios profissionais do sector vir a fazer com que se armem ilegalmente vindo a dar uma nova forma de criminalidade organizada e á constituição de autenticas máfias que poderão vir seriamente a desestabilizar de uma forma drástica a segurança no pais.

Outro cenário poderá vir crescer outra nova forma de violência praticada por qualquer cidadão que desacreditado pela justiça do seu pais tentar ele mesmo a justiça pelas próprias mãos.

Entre estes muitos outros cenários poderão vir a ocorrer mas sempre deste mesmo padrão o qual tem vindo a verificar-se em outros países da Europa e no mundo.

As armas não são certamente um bom caminho mas qual será a saida perante a actual realidade do pais penso que se deve caminhar no sentido em que o dar meios humanos e materiais as forças e serviços de segurança privada e do estado não podem estar em causa pois só assim se conseguirá garantir a tranquilidade publica do pais

Veja-se que tanto no ultimo ano como neste a morte de profissionais de segurança privada e das diferentes forças e serviços de segurança do estado tem vindo a aumentar.

Note-se ainda que o aumento de armas ilegais no nosso pais tem vindo a aumentar segundo dados da policia judiciaria e policia de segurança publica fornecidos pelos meios de comunicação social e na altura em que as pessoas cada vez mais se sentem menos seguras nas suas casas e nos seus trabalhos.

Veja-se também como exemplo o caso das discotecas onde as armas ilegais têm sido a ordem do dia e onde a morte de outros profissionais tem vindo a acontecer devido a autenticas milicias que formam batalhas campais dando a sensação de tratar-se de grandes gangues organizados os quais defendem os seus territórios.

É isto que temos de combater e fazer com que as armas passem a ser de alguma forma legalizadas fazendo com que seja mais fácil a sua detecção por parte dos órgãos policiais.

A segurança privada se bem fiscalizada poderá em muito ajudar na organização da segurança interna do pais, mas para isso também não poderá de forma alguma ser permitido abrir empresas deste tipo por todo o pais para que no caso de investigações judiciarias ou policiais a informação esteja mais concentrada de forma a facilitar as investigações das autoridades.

No caso de existir o uso de arma letal ou não letal por parte dos profissionais de segurança privada á semelhança do que já acontece na função publica estes devem ser submetidos a inquéritos os quais tenham por missão responder á versão dos factos reportados e a fim de serem investigados pelos organismos competentes.

Também no caso da segurança privada deve ser criado um gabinete de serviços internos de fiscalização afim de não darem origem a teias que fomentem o crime organizado.

Veja-se por exemplo o caso da securitas na Suiça, a qual recentemente se encontra perante um escândalo de autentica espionagem.

Ainda voltando ao tema das armas no sector da segurança privada deve-se ter em conta a nível legislativo o futuro da segurança em Portugal.

Um mundo sem armas seria o ideal, mas infelizmente na actual situação é impossível.

Não podemos querer segurança se não tiver-mos uma visão mais abrangente e realista das situações.

A minha intenção não é a de dar-mos mais mercado a estas empresas, mas sim de olhar-mos para o pais e fazer-mos uma avaliação do que está mal e corrigir a forma a que a escalada da violência se tem vindo a desenvolver por todo o território nacional.

Em articulação com as autarquias as empresas de segurança poderão ser uma mais valia para o combate a todos os tipos de criminalidade fazendo assim com que o sistema de segurança interna seja cada vez mais credivel.

Com a contratação de empresas de segurança privada pelas autarquias penso que o estado poderia poupar centenas de milhões de contos com encaixes os quais não precisaria de dispor para equipar e formar novos agentes policiais.

Como já terá sido por mim exposto a diversos organismos do estado se as empresas de segurança privada forem em articulação com o sector publico, formados por formadores do estado, competentes e conhecedores da realidade dos problemas da segurança poderiam criar um clima de maior confiança nos cidadãos e olhar com outros olhos todos os profissionais do sector publico e sector privado.

Penso que o próprio estado deve intervir na formação destes profissionais e ser pago pelas empresas de segurança, fazendo com que estes não fujam ás suas responsabilidades e á devida formação destes profissionais, sendo que as empresas devem ser elas a pagar essa formação ao próprio estado.

A responsabilidade do estado não pode acabar alheia.

O que está em causa não é só um sector mas sim um dos direitos constitucionais de qualquer cidadão que é a sua própria segurança.

Voltando um pouco atrás e ao assunto das armas na segurança privada devo salientar que nós actualmente já desempenhamos funções para as quais á bem pouco tempo eram apenas os agentes da P.S.P ou da G.N.R que as desempenhavam.

Lida-mos com grandes massas, lida-mos com a defesa pessoal de pessoas e bens, lida-mos com patrimónios incalculáveis, etc..

Os agentes de segurança privada têm direito ás suas condições de segurança uma vez que damos o corpo e por vezes até a própria vida a defender aquilo que nem sequer é nosso.

Estamos interessados em ajudar o Pais, mas para isso á que ter alguns meios para que nos possamos defender.

A formação é uma mais valia nesta actividade pois se o estado entende dar o controlo da segurança a entidades privadas não pode desresponsabilizar-se ao ponto de fazer com que estas empresas tenham por único objectivo que é o lucro á custa de um direito constitucional e fundamental num estado de direito.

Não pretendo que chegue a ser uma " segurança s.a., á semelhança dos hospitais s.a. ", mas sim prestigiar um estado e uma actividade a qual ao lado a lado pode contribuir para uma melhor qualidade de vida de todos os cidadãos sem que estes tenham medo de sair ás ruas.

Sem um sistema de segurança eficaz não é possível um pais progredir.

Um pais como o nosso o qual na sua esmagadora maioria depende do sector turístico tem ainda uma importância maior para que o investimento seja reforçado pela boa qualidade de vida..

Como já terei referenciado anteriormente em email enviados ao MAI e ao senhor primeiro ministro uma lei orgânica e uma lei deontológica era de especial importância para o sector para que os procedimentos e as ideias para o sector fossem comuns num todo, facilitando o seu controlo.

Não estou totalmente de acordo que o melhoramento deste sector dependa por si próprio de uma convenção colectiva de trabalho uma vez que este é um sector estratégico para o melhoramento e progresso da nossa democracia no pais.

Ainda assim a minha opinião é muito mais vasta do que isto e terei todo o gosto em expor pessoalmente as minhas ideias a pessoas ou organizações que assim o entendam.

Convém salientar é que não pretendo uma escalada ás armas mas sim um controlo mais eficaz e fomentar uma maior segurança nos cidadãos.

Hoje em dia não chega a vídeo - vigilância e a presença pessoal de um vigilante para dissuadir seja quem for.

A presença humana nada vale sem os meios adequados ás mais diversas situações.

Peço-vos a todos vós que reflitam e que pensem no que aqui foi dito pois esta situação poderá ser da mais elevada importância e um recurso fundamental para o pais.

Por ultimo informo que esta mensagem será enviada por email para os seguintes locais:

- Primeiro Ministro

- Secretário Estado Adjunto do Primeiro Ministro

- Ministro dos Assuntos Parlamentares

- Secretário Estado Adjunto e da Administração Local

- Ministro da Administração Interna

- Secretário Estado Adjunto e da Administração Interna

- Secretário Adjunto da Administração Interna

- Secretário Estado do Comercio Serviços e Defesa do Consumidor

- Secretário Estado do Turismo

- Ministro das Obras Publicas, Transportes e Comunicações

- Secretário Estado Adjunto das Obras Publicas e Comunicações

- Secretário Estado dos Transportes

- Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social

- Secretário Estado da Segurança Social

- Secretário Estado do Emprego e Formação Profissional

- Comissão Nacional de Segurança da Aviação Civil

- Facilitação e Segurança

- Segurança Aeronáutica

- Associação Nacional de Vigilantes

- Presidente da Associação Nacional de Vigilantes

- Grupo parlamentar do Bloco de Esquerda

- Grupo parlamentar do Partido Comunista Português

- Grupo parlamentar do Partido Socialista

- Grupo Parlamentar do Partido Social Democrata

- Grupo Parlamentar do CDS-PP

- Sindicato do Comercio escritórios e serviços

- Sindicato dos trabalhadores das actividades diversas

- Associação Nacional de Vigilantes

- Associação Sindical dos Profissionais de Policia

- Presidente da Associação Sindical dos Profissionais de Policia

- Portal da Vigilância

Sem outro assunto é com elevada estima e consideração que me despeço



De v/exa(s)

Atenciosamente

Vitor Jorge Marques Sénico

(Vigilante Aeroportuário)

NOTA: A intenção de envolvimento de algumas das pessoas e organismos contactados

Deve-se ao facto de pretender suscitar a discussão publica e politica fora dos

Órgãos de comunicação social.

Toda a informação publicada deve ser considerada como uma opinião pessoal a

Qual é partilhada no terreno com milhares de colegas os quais tenho contactado.

Esta exposição poderá servir apenas como ponto de partida ou referencia para

Melhorar os serviços de segurança privada no pais, ao serviço de clientes e do

Cidadão.

Por fim espero a vossa compreenção para todas as descrições ou erros por mim

Redigidos mas a intenção é a de dignificar um sector o qual um dia destes se

arrisca a vir a assemelhar com a profissão do escutismo.

Parecerá ironia mas é a realidade.
Shy
Responder
#2
Por muito que contrarie as tuas pretensões estou de acordo com o STAD.
Estou de acordo no essencial, não na forma de expor as coisas pois estão colocadas de um jeito demasiado politizado e, mais grave, não reconheço a este Sindicato a verdadeira representação dos ASP.

Contudo temos de ter um pouco de bom senso na análise da utilização das armas, ainda que não letais, por parte dos ASP:
1. As armas ditas não letais, como tassers e os sprays podem sê-lo e de forma muito dolorosa. No primeiro caso vide o que sucedeu com o Polícia do Corpo de Intervenção e noutros, p.e. se me despejares um spray de gás pimenta sobre a s minhas vias respiratórias, posso ter uma paragem cardíaca, por via de já ter sido operado ao coração e os asmáticos e altamente alérgicos também não ficarão bem. Nada impede que os "maus" e/ou em determinadas alturas "maus" (sou bem capaz de desancar verbalmente um ASP pela sua incompetência); ele irrita-se, não tem formação (porque tu sabes! eu sei não vão tê-la!) tem uma destas coisas e usa-a e depois? Quem vai à barra do Tribunal? O Legislador? Não! O Empregador? Não! O Provocador? Não! Sabes quem vai? Vai o ASP.

2. Num País em que o índice de ameaça é enorme Grã-Bretanha (por causa do
IRA), os Polícias de "giro" (em Portugal de proximidade) andam desarmados.

3. Não existem, nem existirão nos próximos 10 anos (com as coisas a continuar assim) condições para os nossos ASP virem a dispor de armas seja de que tipo for.

Nesta matéria não estamos de acordo, em outras estaremos, nesta não!

Os ASP não sabem usar um extintor e um fogo e os seus fumos e desgaste provocado nas estruturas pode matar mais que um "mau" da fita. Um extintor usado nos primeiros segundo de um fogo salva muita gente e a grande maioria dos ASP em Portugal não os conhecem e/ou sabem utilizar e vamos dar-lhes armas??
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
Responder
#3
Olá Júlio

Mas mais uma vez como disse, este é um assunto controverso.
No entanto deixe-me que lhe diga o seguinte:
As armas como o Júlio sabe, eu sei e toda a opinião publica sabe não
serão certamente para fazer com que bandidos não tenham receio de quem
as tem as use.
A ideia é justamente o contrario as armas são um factor dissuasivo.
Por isso é que são necessárias as armas.
Não podemos de forma alguma formar um novo corpo de bombeiros pois
esses já estão mais do que representados no nosso pais.
Veja-se que existem já os bombeiros voluntários e os bombeiros do estado.
Os clientes certamente quando contratam um segurança não estão á
espera que este vá apagar um fogo?
A segurança é um complemento policial pois serve como medida de
prevenção criminal e não de socorro.
Veja-se o que aconteceu com os taxistas quando ajudavam os doentes!
Nós não temos vocação para o socorrismo e quem o afirmar mente.
Os primeiros socorros podem ser importantes, mas para a nossa
actividade apenas podem vir a ser uma mais valia.
A segurança é a primeira linha de defesa de pessoas e bens e não pode
de forma alguma servir para aumentar um meio de socorro o qual será
inútil no futuro pois o mesmo será dado nas escolas o que fará com que
as novas gerações já estejam mais bem preparadas para esse facto.
Estou é seriamente preocupado com alguns factores que estão á vista de
todos e que pelos visto passa despercebido.
Se Existirem competências as empresas são obrigadas a dar formação e
deve-se insistir com esta situação.
A formação profissional deve ser o primeiro cavalo de batalha da
segurança privada, mas para isso há que existir competências e regras
especificas para o sector.
Responder
#4
Por ora gostava de responder a alguns dos teus argumentos:
- Uma arma de fogo, nunca foi, é, ou será um argumento dissuasor. Uma arma de fogo é um complemento do ser humano para magoar e/ou matar outro em determinadas circunstâncias. Sobre este assunto recordo-te um pacifista (eu não sou) chamado Gandi que durante a "guerra do sal" durante a colonização Inglesa, sem nunca ter utilizado uma arma, marchou com parte do seu povo direito ao exército inglês, este batia e atirava a matar, mas hoje a Índia é um País Independente, sem que da parte dos Indianos tenha sido disparado um tiro com esse propósito.

Ainda sobre as armas; a redução de armas na rua é que foi responsável pela redução do número de mortos em Nova York.

Concordo contigo quando dizes que os Agentes de Segurança Privada não são, nem podem ser, mais um Corpo de Bombeiros, agora saber utilizar um extintor deveria ser um imperativo de toda a população aprendido no 2.º ciclo escolar. Os ditos países mais civilizados do norte da Europa, têm essa preocupação nos seus currículos escolares. É vulgar encontrares uma criança de 12 anos que sabe efectuar uma manobra de Heimlich (serve para desobstruir as vias respiratórias superiores em caso de engasgo) o Português ainda "bate nas costas".

- A segurança é a primeira linha de defesa de pessoas e bens e não pode de forma alguma servir para aumentar um meio de socorro.
A segurança, segundo Maslow é uma necessidade humana antecedida pelas necessidades fisiológicas. Foi em nome da segurança que as pessoas se começaram a unir e assim criar os povos, foi em nome da segurança que se criaram as sociedades como as estudámos e/ou conhecemos. A Segurança não é, nem pode ser só uma parte. A Segurança é um todo.

A segurança é o safety e o security (desculpa os anglicismos, mas não temos palavras em Português que façam a diferenciação).

Na vertente security enquadram-se os riscos de origem anti-social: roubos, sequestros, furtos, assassinatos, etc.

Ao safety estão associados todos os riscos de origem natural (sismos, catástrofes naturais, etc.) de origem conjuntural, como os acidentes de trabalho (embora alguns Técnicos defendam que a HST deveria ser mais uma componente da segurança, eu e outros, entendemos que se enquadra na vertente safety), os riscos de origem tecnológica, como os incêndios, inundações, derrocadas, etc.

Aqui em certas teorias estão excluídos nos casos em que alguns destes riscos tecnológicos têm como origem directa uma acção anti-social. Por exemplo uma explosão, é um risco tecnológico, gera, na maior parte das vezes, incêndios, mas tem uma origem anti-social, logo, enquadra-se na vertente security.

Como procuro mostrar a Segurança não pode, nem deve, ser observada separadamente. A Segurança deve, cada vez mais ser observada de uma forma INTEGRAL, aglutinando as duas vertentes safety e security.

O seu tratamento por parte de todos os agentes deve também ser INTEGRADA, quer isto dizer que os sistemas e meios de combate à insegurança, independentemente da sua origem, devem ter um tratamento integrado.

Exemplo disso, é o facto de hoje, as centrais de detecção são: centrais de detecção! Equipamentos onde podes instalar detectores de intrusão de incêndio e inundação. Podes inclusive, através dos seus componentes de comunicação, enviar sinais de vídeo de uma ou mais câmaras instaladas.

A Segurança tem de começar naqueles que a asseguram, neste caso, nos ASP (Componente Humana do Modelo de Segurança), dado que um Modelo de Segurança para ser completo deve dispor de diversos Componentes de entre os quais: o Humano.

Não me parece que armar ASP venha proteger o que quer que seja, mal comparado é como deixar o código da central de detecção colado junto ao teclado, é digamos…estar mesmo a pedir qualquer coisa. No caso dos ASP armados (seja com o que for) é pedir que matem primeiro o ASP antes que ele os mate e/ou inviabilize o seu objectivo.

Para terminar deixa-me que te diga que existem diariamente mais incêndios, inundações, derrocadas, e acidentes de trabalho que roubos e assaltos. No caso dos primeiros, se um ASP tivesse detectado e utilizado correctamente um extintor (não precisa de ser bombeiro) e também tivesse passado correctamente a sua ronda observando os perigos que pode originar uma torneira aberta, um cano roto e/ou de uma parede a cair, era muito mais útil, como ASP que a ser enterrado pela família depois de levar um "balázio" de um assaltante que descobriu que ele estava armado. Porque a profissão do "mau" é andar aos tiros, logo, tem prática; e a do ASP, por muito treino que tenha a profissão dele não é andar aos tiros, seja de que tipo de arma for.
Um abraço e desculpa a extensão do texto.
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
Responder
#5
Olá Julio Santos

Ainda referente a este assunto o Júlio Mostrou-me um outro lado daquilo que entendo por má conduta por parte dos seguranças.
Neste aspecto dou-lhe toda a razão!
No entanto existem outras razões as quais me levam a insistir com este assunto e o qual em nada se assemelha a provocar a violência.
É óbvio que a minha ideia é bem mais complexa do que demonstro pois a minha ideia como já lhe disse é justamente precipitar o estado a que obrigue de forma imediata as empresas a formar os seus agentes.
Defendo e continuarei a defender o uso das armas no sector da segurança privada pois sem elas este sector não terá motivos para continuar a crescer e demonstrar a enorme potencialidade.
Como já disse anteriormente incentivo a que seja criada uma lei deontologica unica para o sector e que os passos que forem dados que sejam baseados no bom senso e nas necessidades da sociedade.
Quem trabalha na segurança certamente que não está muito preocupado com os meios de socorro pois para isso existem meios mais eficazes que o do sector da segurança privada.
Como já disse essa parte para mim apenas consta como uma mais valia!
Quem contrata a segurança privado certamente não está à espera que o segurança faça um papel de socorrista pois existem mecanismos próprios nas empresas que futuramente serão desenvolvidos pela saúde segurança e higiene no trabalho.
Esse será certamente e na minha opinião o pior caminho para a segurança privada.
Eu e a esmagadora maioria dos profissionais não nos sentimos bombeiros para seguirmos o caminho de soldados da paz.
Temos por missão prevenir atentados contra pessoas e bens e prevenimos o acto ilicito.
Não vejo o que um segurança de um hipermercado ou de um aeroporto poderá fazer com um extintor no caso de um furto.
Ainda não vejo qual será o futuro de agentes com 40 ou 50 anos com extintores a tentar diminuir os actos ilicitos...
No caso que me demonstrou em video isto só prova que existe muito por fazer no sector da segurança privada e que o uso da força tem de ser pensado de forma a que seja usado de forma civilizada.
A formação um bem fundamental para qualquer segurança, mas sem competencias o segurança também não pode ter formação!
Temos de ser realistas e verificar que o uso das armas não letais têm de ser efectuados de forma responsavel.
Por isso propus a varios organismos que as mesmas sempre que usadas subam a inquerito a fim de ser apurado se foram bem ou mal usadas.
Temos de deixar ás policias a competencia fiscalizadora e incentivar a praticas de investigações no ceio da segurança privada.
Como já lhe terei enviado também em outra altura documentos acho que os agentes após uma avaliação no periodo de 5 anos deviam de transitar para cursos expecializados de segurança privada.
Até lá seria como um periodo experimentál para defenir perfis psicologicos com a intenção de escolher os melhores agentes.
Com uma lei organica e uma lei deontologica eficaz a segurança privada poderia vir a ser um marco importante para a segurança do nosso pais.
As armas são um ultimo recurso o qual nos separam de individuos criminosos.
Todos temos direito á nossa defesa pessoal quando trabalhamos para assegurar a segurança publica ou privada.
Não podemos é ter leis que dêm hipotese ao comum cidadão de ter armas em sua posse.
Penso que o uso de armas não letais poderia ser a opção civil de todos os cidadãos.
Dou o exemplo do mace o qual é utilizado em muitos paises e vendido livremente ao comum cidadão.
Quando me falam que o taser pode matar, penso que não se derão ao trabalho de pensar se uma 6.35 ou uma 5.56 permitidas aos civis se não farão pior estrago.
Quando o cidadão não acredita na segurança publica, faz-me pensar se o comum cidadão não pode possuir o seu corpo de segurança pessoal ou patrimonial para assegurarem a sua vida ou a dos seus bens?
Tem de existir uma alternativa pois senão o comum cidadão passará a armar-se no mercado negro e ai veremos se a criminalidade aumentará ou não.
Ai olhare-mos para trás e veremos porque não adoptamos politicas preventivas na segurança privada que pudessem combater o flagelo que é o crime violento com recurso a armas de fogo entre outras infindáveis soluções.
Peço-lhe que pense neste meu texto e reflita sobre esta situação e verá claramente que o que proponho é justamente uma solução que não incentiva á violencia mas sim que a previne.
Um abraço deste seu grande amigo

Vitor Sénico
Responder
#6
Júlio quero ainda deixar uma ultima noção referente ao meu texto anterior o qual temos vindo a " discutir " nestes últimos dias:
- A segurança privada pode ser uma alternativa à segurança publica pois o Estado não terá nunca a capacidade de ter uma segurança publica de excelência sem para isso carregar nos impostos dos Portugueses.
O que pretendo nada tem a haver com a substituição das policias as quais eu acho que deverão continuar a ser a ASAE da segurança privada.
O que pretendo com esta situação é que além de nossos fiscalizadores a policia possa contar com os agentes de segurança privada para o patrulhamento das ruas do nosso pais.
Quem sabe um dia a segurança privada possa efectuar serviços juntos com os agentes do Estado?
Muitos Policias do nosso Pais patrulham a pé e sozinhos as suas áreas de actuação.
Já repararam o risco que correrá um elemento da guarda ou da psp ao efectuar estes serviços sozinhos?
Como entidades reconhecidas e subsidiarias ás forças de segurança do Estado não seria uma alternativa aumentar o policiamento com elementos de segurança privada.
Quem sabe com equipas mistas, não seria uma boa ideia?
Nunca em local algum no mundo esta situação se passou, pelo menos que eu tenha conhecimento.
Seriamos pioneiros nesta acção, a qual além de ser uma mais valia para nós agentes de segurança privada, pois aprenderia-mos técnicas com elementos do sector publico.
Apesar de uma formação mais reduzida para os seguranças privados teríamos serviços de excelência partilhados com os conhecimentos adquiridos no sector publico e com custos reduzidos para as empresas de segurança para que não se encontrassem sub-carregadas com despesas de formação do seu pessoal.
Por isso defendo que a formação deve ser dada pelo estado e subsidiada pelas empresas de segurança assim como dos seus clientes.
Muitas são as ideias que tenho para melhorar a segurança do pais assim como melhorar as condições de trabalho tanto dos seguranças privados como das nossas policias.
O dever do cidadão é colaborar e ajudar a melhorar o estado democrático.
Nós como seguranças privados devemos colaborar com responsabilidades acrescidas pois as nossas más acções põem em causa os direitos liberdades e garantias dos cidadãos conforme exposto na nossa constituição.
As armas no nosso sector são uma ferramenta de trabalho.
Dou-lhe razão quando diz que se nós tiver-mos uma pistola que os bandidos virão com uma metralhadora, mas essa situação sempre se passará pois estes estão sempre um passo à frente das forças da lei.
Mas se o reforço da segurança e o aumento das acções de policiamento aumentar o crime será sempre mais reduzido com o medo dos prevaricadores em serem apanhados.
O principal factor para o crime como sabe é a impunidade que existe pois os crimes repetem-se sempre com os mesmos individúos.
Se a balança da justiça não for equilibrada com os meios necessários os criminosos continuarão a sua saga de assaltos entre outros delitos.
Admito que no caso dos civis exista uma maior restrição ás armas, mas no caso de quem lida com segurança esta situação não se pode de forma alguma aplicar.
Como exemplo posso também dar o nosso dos aeroportuários onde o Júlio Santos certamente irá entender que estamos condicionados pois estamos de pés e mãos atadas.
No caso de serem detectadas drogas ou armas nos aeroportos nós somos obrigados a comparecer em tribunal e a apresentarmos declarações em frente aos arguidos.
Por vezes somos ameaçados com represálias as quais nunca iremos saber se um dia serão ou não concretizadas.
Entre outros casos estão certamente centenas de outros colegas que dentro do nosso sector passáram por semelhantes dificuldades devido ás mais diversas razões.
Que será dos agentes de segurança privada se passarem a ser ameaçados com represálias por parte de delinquentes?
Tem o caso do Colombo onde um segurança foi agredido por dezenas de jovens que com tacos de basebol e pontapés deixarando o elemento de segurança em estado muito grave.
Será que apenas quem está do lado da lei é que não tem direito à sua autodefesa?
Acho que nós Portugueses temos de pensar se queremos ou não punir os infractores e combater definitivamente o crime.
Neste caso o qual referi anteriormente as armas não foram só o elemento usado pelos indeviduos causadores de tal incidente.
O outro factor foi o numero de elementos que o causaram.
Pense nisto e veja se valerá ou não repensar a sua visão sobre segurança ou prevenção.
Temos de verificar que uma vertente será sempre a virada para o safety ( como o Julio Santos refere ) a outra vertente será a de security ( a vertente a qual eu defendo ).
Um abraço meu caro amigo e espero continuar esta nossa discussão e poder-mos tirar uma conclusão desta situação.
Atenciosamente
Vitor SénicoSmile
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#7
Não acredito a breve e a longo prazo nesta solução, aliás também não estou de acordo com a posição do Stad, acredito sim noutros meios alternativos, tais como, a utilização dos meios de video vigilância, aproximar o estatuto da SP das Polícias Municipais, como em tempos me recordo do Srº Júlio Santos escrever num outro espaço, será a actual SP e os seus profissionais capazes de usurfurir desta perrogativa, penso que não. A profissionalização total deste sector, passa por uma verdadeira remodelação, profunda e demorada, dos mais variados aspectos. As armas não são, nem serão um meio de dissuação, antes pelo contrário, portanto urge conjugar as diversas possibilidades, um bom plano de segurança, pessoal devidamente preparado e formado, bons sistemas de viedovigilância. Esta questão da criminalidade não têm uma solução mágica, apenas se pode atenuar os seus efeitos,nunca será erradicada, os factores que a proporcionam são exteriores e são causados pela própria sociedade.
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#8
Estamos no Pais do faz de conta.Neste pequeno Pais a que se referem como cantinho plantado á beira mar (é certo que não temos guerra) o mesmo está a deixar de o ser rapidamente.Bom,voltando ao Pais faz de conta ele é:faz de conta que somos ricos (na realidade meia dúzia deles) aos olhos dos restantes paises,faz de conta que andamos seguros na rua (quando todos sabemos que assim não é face á escalada de criminalidade a que se assiste todos os dias),faz de conta que quando os politicos são eleitos,são efectivamente para defender os interesses do Povo que o elegeu (defendem os próprios interesses,mandando o Povo á fava),faz de conta que somos seguranças (quando infelizmente não passamos de meros vigilantes já para não dizer cobradores de bilhetes,fiscais e afins,etc..)faz de conta que as empresas de SP prestam apoio e formação continua aos seus colaboradores (todos nós sabemos que não é assim)faz de conta que a Policia e a GNR são efectivamente autoridades (no papel claro,pois os srs ditos politicos retiram a autoridade aos mesmos),faz de conta que a Policia Judiciária é das melhores do mundo (efectivamente é,se não lhes "cortarem " as pernas).faz de conta que as leis são iguais para todos(mentira,pois só o Povo as cumpre).Muito ainda havia por dizer mas não vale a pena pois sabemos o que a casa gasta.Quanto á SP fazer patrulhamento,a esses srs não lhes interessa mudar a legislação pois assim o Povo anda ocupado e com medo da criminalidade,não virando a sua atenção para eles.Bem vindos ao Pais do faz de conta.
"Morte ou Glória"
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