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Gripe ou Paranóia?
#1
Há uns meses escrevi algo sobre esta gripe que agora traz toda a gente de cabelos em pé: a H1N1.

A minha convicção é que esta gripe tem um objectivo social à escala mundial. Como não pegou a das “galinhas” (também andava toda a gente assustada, lembram-se?), focalizaram-se na dos “porcos”. No entanto, permanece na minha cabeça a dúvida: qual será o objectivo?

Quando reparo nas instruções do que pode, ou não, ser feito, focalizo-me, naturalmente no facto de me ser indicado que devo evitar os contactos directos com as pessoas.

Temo que a gripe H1N1, em conjunto com outras doenças transmissíveis já conhecidas e outras tantas (inventadas ou não) que venham a aparecer, tenha o dom de inibir, de todo, o contacto directo entre as pessoas.

Alguns sociólogos já referem nos seus estudos a perigosidade do aumento da ausência de contacto entre as pessoas. Os encontros são cada vez mais virtuais. Faz-se mais “amor” virtual que presencial; os amigos agora estão do lado de lá do fio, misturados na amálgama de desconhecidos que são as redes sociais na internet, pessoas que nunca vimos, nunca cheirámos, nunca sentimos, mas a quem chamamos de “amigos”; as consultas médicas e intervenções cirúrgicas já podem ser efectuadas em parte por computador; o teletrabalho cresce 30% ao ano.

Tudo leva a crer que mais uma vez a ficção se transformará em realidade. Alguns lembrar-se-ão do filme: “O Demolidor” com interpretações de Silvester Stalone e Wesley Snipes e Sandra Bullock e cuja estória retrata a necessidade de conservar, a qualquer preço, uma sociedade em que tudo parece perfeito; supostamente tudo vivia na total harmonia. Porém, não existiam contactos directos entre as pessoas, o sexo era virtual (ainda que estivessem presentes os intervenientes), eram proibidos os cumprimentos de mão e beijos?...nem vê-los.

O motivo? A possibilidade de ser contaminado com uma doença transmissível. No entanto, no subsolo dessa cidade, quase perfeita, existia uma comunidade que fazia a apologia do contacto entre as pessoas apesar do que daí pudesse advir.

Um facto actual e muito real é que uma franja da sociedade já defende, há anos, essa impessoalidade do contacto. O beijo na mão da senhora, quando não se conhece, é dado no nosso dedo, os dois beijos na face, como cumprimento, foram substituídos por apenas um e os românticos beijos na boca (de língua, como dizem os Brasileiros), foram transformados em “chochos” sem gosto e em que os lábios mal se tocam.

Uma realidade desta gripe é que dela ninguém morre. Morre-se de complicações que a gripe desenvolve noutras patologias já existentes no contaminado, mas isso também acontece com as convencionais gripes anuais.

Pessoalmente, fui operado a três coronárias, tenho uma diverticulite controlada, artroses normais da idade e possivelmente também não estarei muito bem dos neurónios por estar a escrever este texto, mas se for para ser contaminado, que seja por cumprimentar as pessoas que conheço e gosto.

Não me proíbam de apertar fortemente uma mão amiga, sentir um perfume conhecido, ou não, de uma amiga quando a beijo (com dois beijos), não me obriguem a fugir para mais de um metro de todos os que me rodeiam (excepto dos que cheiram mal porque esses, na maioria, é uma opção).

Quero estar em contacto com as pessoas com todos os riscos daí inerentes. Estou convicto que morro muito mais depressa e muito mais triste se morrer isolado e medroso do que se apanhar a H1N1 que é uma coisa que ainda não percebi a quem serve e porque serve.

Se me permitem, sugiro-vos que se cumprimentem, beijem, abracem, porque o conforto humano é a melhor cura para doenças muito mais graves que a gripe, como por exemplo: a solidão, a depressão, o desprezo, a falta de atenção, a falta de reconhecimento profissional e pessoal. Essas sim são doenças que matam e muito mais pessoas diariamente que a gripe H1N1. Todavia, sobre estes males a população sabe muito pouco ou nada e/ou então não reflecte.

Porque mesmo com todos os cuidados, basta uma falha do tal “Sistema muito bem montado” ou de um dos “Planos de Contingência” e lá estão vocês a espirrar, com febre, dores de garganta e diarreia. Tudo coisas boas para não sair de casa; como já acontecia antes de estes sintomas terem um nome pomposo e com honras de abertura de todos os jornais televisivos e radiofónicos.

Para terminar, deixo-vos estas questões:
- Quantas pessoas morrem por dia de malária?
- Quantas pessoas morrem por dia de cólera?


Para estas doenças não há planos de contingência, nem tão pouco linhas de apoio e também não existem centros de atendimento urgente e contínuo, apenas hospitais degradados onde se espera que a morte verdadeira chegue.

Só para citar duas daquelas doenças cuja metade da preocupação e dos investimentos mundiais efectuados actualmente na Gripe H1N1, erradicavam de todo do planeta. A diferença é que as doenças atrás descritas raramente afectam os países ocidentais, ricos, preconceituosos e medrosos.
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
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#2
"Estamos a viver um período difícil e precisamos de manter a calma e reflectir sobre as coisas - e não entrar em pânico e reagir. O medo, o pânico e a reacção emocional meteram-nos nesta confusão e certamente não nos irão livrar dela.

Precisamos também de compreender - aqui e agora - que há muito atravessámos a fronteira para uma ditadura totalmente fascista. Até agora tem se mantido escondida da maioria das pessoas, mas está prestes a sair por trás do véu.

Já não é uma opção ficar sem fazer nada ou sujeitar-se passivamente à autoridade por medo ou por apatia. Ou, pelo menos, não é que não nos interessemos pelas nossas liberdades e, mais importante que isso, com as dos nossos filhos e as dos nossos netos que terão de viver praticamente todas as suas vidas sob pura opressão, puro mal.

A palavra "mal" está banalizada e eu não a uso de ânimo leve; mas estamos a lidar com o mal, no sentido de que a palavra é o reverso de ‘viver’ [em inglês a palavra ‘evil’, que em português significa ‘mal, malévolo, malvadeza’, quando lida da direita para a esquerda é ‘live’, que em português traduz-se por ‘viver’]. Aqueles que estão por trás da conspiração para abater os humanos seleccionados e transformar os restantes em pouco mais do que terminais de computadores, são anti-vida. Não têm qualquer respeito pela vida e nenhuma empatia para com aquelas que sofrem as consequências das suas acções, não importa quão horrendas.

Tenho vindo a alertar para a chegada desta situação há quase 20 anos e esta já não ‘vem aí’ - já cá está. Chega de desculpas, por favor. Temos de lidar com isto. Temos de estabelecer um limite e dizer já chega.

Nunca antes isto foi mais importante do que é agora com a conspiração para forçar a vacinação da gripe sobre a população mundial. O vírus da gripe suína [gripe A] foi criado em laboratório para gerar pânico em massa com o intuito de forçar todas as pessoas a serem vacinadas. Problema-Reacção-Solução [ver]. Este vírus ‘natural’ da gripe suína contém, ao que tudo indica, genes humanos, de aves e de porcos oriundos de vários continentes.

Se você criar e espalhar um vírus e depois implementar um programa de vacinação em massa claramente há muito planeado, só pode haver uma conclusão sensata: no meio disto tudo a gripe suína não é o perigo maior - é a vacina.

A escala e a velocidade do programa de vacinação planeado são insanas, tendo em conta que a esmagadora maioria daqueles que contraíram o vírus manifestaram sintomas bastante ligeiros. O Dr. Peter Holden da Associação Médica Britânica controlada pelos Rothschild disse que, embora a gripe suína não estivesse a provocar uma doença grave, estavam ansiosos para começar uma campanha de vacinação em massa, começando por ‘grupos de risco’. O quê?! Isto não se trata de saúde pública nem nunca se tratou.

Aqueles que administram as vacinas não fazem a mínima ideia do que está na sua composição ou qual é o seu possível efeito. São apenas repetidores que pensam o que lhes dizem para pensar e que fazem o que lhes dizem para fazer. Só aqueles que se encontram no centro da conspiração, e aqueles que se dão ao trabalho de a investigar, sabem qual é o jogo.

http://www.davidicke.com/oi/extras/09/swineflu/3.jpg
‘Vacine-se, Vacine-se, Vacine-se…’

A jornalista austríaca, Jane Bürgermeister, apresentou uma queixa-crime junto do FBI contra a Organização de Saúde Mundial (OMS), contra as Nações Unidas, contra Barack Obama, contra um Rockefeller, contra um Rothschild, entre outros pelo conluio, por ela descoberto, para o abate selectivo da população através de uma mortífera vacina da gripe suína.

Jane Bürgermeister afirmou que a gripe aviária e a gripe suína foram desenvolvidas em laboratórios e lançadas sobre o público tendo como objectivo o assassínio em massa através da vacinação. O documento por ela apresentado intitula-se Bioterrorism Evidence [em tradução literal, Evidência de Bioterrorismo]. Neste documento, Jane Bürgermeister escreve sobre os Estados Unidos, mas o que diz aplica-se em qualquer lugar:

‘Há evidências que mostram que um grupo internacional do crime corporativo, o qual se anexou a altos departamentos ao nível federal e estatal, tenciona levar a cabo um genocídio em massa contra o povo dos Estados Unidos da América, através de um vírus pandémico de gripe artificial (genético) e forçou o programa de vacinação para provocar a morte e danos em massa e despovoar a América com o propósito de transferir o controlo dos Estados Unidos para as Nações Unidas e forças de segurança afiliadas (tropas da ONU de países como a China, o Canadá, o Reino Unido e o México).

Há prova de que muitas organizações - a Organização Mundial de Saúde, a ONU bem como as companhias que desenvolveram a vacina como a Baxter e a Novartis - são parte de um só sistema sob o controlo de um grupo criminoso principal, o qual dá a liderança estratégica e que também financiou o desenvolvimento, o fabrico e o lançamento de vírus artificiais para justificar as vacinações em massa com uma substância utilizada em armas biológicas para eliminar o povo dos EUA e assim apoderar-se do controlo dos bens, dos recursos etc. da América Norte.

O motivo do crime é o clássico roubo seguido pelo assassinato, embora a escala e o método sejam novos na história. O grupo principal estabelece os seus objectivos estratégicos e prioridades operacionais em segredo recorrendo a comités como a Comissão Trilateral, e através do contacto pessoa a pessoa na reunião anual do Grupo Bilderberg.’.

Jane Bürgermeister é uma rara verdadeira jornalista, tanto que foi despedida do seu trabalho como correspondente europeia do website Renewable Energy World [em tradução literal, Mundo da Energia Renovável] depois de ter feito a queixa junto do FBI. Energia Renovável? A base e o seu sentido decência é que precisam de ser renovados, mas isto mostra o quão controladas estão todas as coisas.

O que Bürgermeister descreve na sua apresentação entregue ao FBI é um resumo do que eu tenho vindo a tentar colocar à vista de todos nos meus livros e palestras durante quase duas décadas. Uma cabala de famílias que se cruzam entre si pretende impor uma ditadura fascista global de total controlo sob os seres humanos.

O seu meio condutor é uma sociedade secreta cuja estrutura é como a de uma corporação transnacional. O quartel-general operativo situa-se na Europa, em lugares como Roma, Londres, Paris, Bruxelas e Berlim. Costumo referir-me a isto como ‘a Aranha’ e é esta que dita as ordens para a rede global.

(…)

A rede controla governos, a indústria farmacêutica, ou a chamada ‘Big Pharma’, a Organização Mundial de Saúde e agências de ‘protecção’ de saúde pública como os Centers for Disease Control and Prevention [em tradução literal, Centros de Controlo e Prevenção de Doenças] nos EUA. Resumindo, controlam todo o sistema médico.

A cabala dos Illuminati estabeleceu corpos globais como a Organização Mundial de Saúde, o Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio para transferir o poder da maioria para a minoria. O seu objectivo é um governo mundial, um banco mundial central, uma moeda mundial e um exército mundial.

Você tem de centralizar o poder para impor uma ditadura global, e a diversidade é o seu pior pesadelo. A rede Illuminati está por trás da ‘globalização’ e da criação de super-estados ditatoriais como a União Europeia por esta mesma razão.

Tendo em conta estes antecedentes essenciais, não foi para mim surpresa nenhuma quando vi a lista de nomes e organizações enumerados no documento de Jane Bürgermeister submetido ao FBI:

‘Especificamente, é apresentada prova de que os acusados, Barack Obama, o Presidente dos Estados Unidos, David Nabarro, o Coordenador da ONU para a Gripe das Aves , Margaret Chan, Directora-Geral da OMS, Kathleen Sibelius, Secretária de Estado norte-americana da Saúde, Janet Napolitano, a Secretária de Segurança Interna, David de Rotschild, banqueiro, David Rockefeller, banqueiro, George Soros, banqueiro e Alois Stoger, o Ministro da Saúde austríaco, entre outros, fazem parte deste grupo internacional do crime corporativo que tem marchado como uma só falange para levar a cabo o seu plano de genocídio, que desenvolveu, produziu, armazenou e usou armas biológicas para eliminar a população dos Estados Unidos e de outros países para obter ganhos financeiros e políticos.’.

Bürgermeister afirma que existe clara evidência de que as companhias farmacêuticas e agências governamentais internacionais estão activamente envolvidas na produção, desenvolvimento, fabrico e distribuição de agentes biológicos classificados como sendo as mais mortíferas armas biológicas existentes no planeta.

Ela diz também que o vírus da gripe suína foi criado e libertado com o auxílio da Organização Mundial de Saúde, controlada pelos Rothschild/Rockefeller - o mesmo corpo que veio depois dizer que o vírus estava a espalhar-se tão rapidamente que teria de ser declarado o estado de pandemia.

Actualmente, os sintomas da ‘gripe suína’ são praticamente os mesmos dos da gripe normal e é fácil chamar a tudo ‘gripe suína’ para aumentar os números oficiais. O governo britânico anunciou que as pessoas deviam de deixar de procurar um médico se tivessem sintomas de gripe e, em vez disso, foi introduzido um sistema de diagnóstico via telefone sem confirmação laboratorial. Que conveniente para compor os gráficos:

‘Estou? Tenho uma constipação senhor doutor.’

‘Eu penso que é gripe suína, vou registá-lo como vítima.’.

Jane Bürgermeister apresentou queixas por actos de bioterrorismo contra gigantes farmacêuticos como a Novartis International AG, sedeada em Basel, Suiça, contra a Baxter AG, sedeada na Áustria, e a sua empresa-mãe, a Baxter International, com sede em Deerfield, Illinois. Adivinhe quem está a fornecer grande parte da vacina da gripe suína para a inoculação em massa - a Baxter International e a Novartis.

Esta é a mesma Baxter International que enviou ‘por engano’ o vírus da gripe aviária para laboratórios europeus no ínicio deste ano [ver] e que foi misturado com um vírus de gripe sazonal para criar uma estripe muito mais perigosa.

O ano passado foram mortas pelo menos 81 pessoas pelo produto anticoagulante da Baxter International, a heparina, que estava contaminado e que foi fabricado na China a partir de, entre outras coisas, intestinos de porcos. A medicina farmacêutica é maravilhosa, não é? A heparina contaminada também provocou graves danos em centenas de pessoas e foi revelado que a fábrica do fornecedor chinês da Baxter nunca tinha sido inspeccionado quer por agências de ‘protecção’ de saúde pública americanas, quer por autoridades chinesas.

Mais de 50 pacientes de diálise morreram em 2001 devido a falhas no equipamento da Baxter International, e este mês a Baxter Healthcare Corporation, uma subsidiária da Baxter International, conseguiu um acordo com o Estado do Kentucky, fora dos tribunais, no valor de dois milhões de dólares. A Baxter tinha sido apanhada a aumentar, em qualquer coisa como 1.300 por cento, o custo dos medicamentos intravenosos vendidos à Kentucky Medicaid.

http://www.davidicke.com/oi/extras/09/swineflu/6.jpg

(…)

É-nos dito que as companhias farmacêuticas e a OMS têm estado a trabalhar a todo o vapor para desenvolverem a vacina para a ‘nova’ estripe da gripe suína conhecida como H1N1, mas … prepare-se para esta… a Baxter International preencheu o formulário para patentear a vacina do H1N1 a 28 de Agosto de 2008. [ver]

A patente foi publicada em Março de 2009, um mês antes do vírus ter sido libertado no México, em Abril, mas foi preenchida sete meses antes desta ‘nova estirpe’ ter sido oficialmente conhecida. É o embuste mais óbvio que poderia alguma vez ver.

(…)

Não estou a dizer que irão morrer imediatamente pessoas em grande escala. Isto é certamente possível, mas iria apenas fazer com que os outros se sentissem bastante desencorajados a continuar a ser inoculados. Em algumas pessoas os efeitos podem ser imediatos, provavelmente só se verificarão maioritariamente a médio ou, o mais tardar, a longo prazo, de modo a ocultar a verdadeira origem do seu problema. O que realmente sabemos é que estamos a assistir a um plano para a vacinação em massa preparado há muito tempo por pessoas que não podiam preocupar-se menos com a saúde da população. Isto diz tudo sobre a verdadeira motivação, mas só aqueles que estão por trás das cortinas sabem qual vai ser o efeito.". Tradução livre de excertos do artigo de David Icke que pode ser lido na íntegra no site do autor, aqui. http://www.davidicke.com/content/view/25191
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