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Agradecimento
#1
   
Este texto foi enviado à Direcção Nacional da PSP com conhecimento ao Ministério da Administração Interna, 1.ª Divisão de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia dos Anjos, Associações socioprofissionais e Sindicatos de Polícia.

Meus Senhores
Como cidadão português gostaria de utilizar esta forma para dar os parabéns e agradecer a todos os Agentes da Autoridade envolvidos na operação de segurança da cimeira da NATO ocorrida nos dias 19 e 20 de Novembro de 2010, na FIL, em Lisboa.

É claro que apesar de outras forças de segurança terem estado envolvidas este reconhecimento e agradecimento é em geral para a PSP e em particular para a PSP de Lisboa e a Unidade Especial de Polícia.

Fizeram um excelente trabalho preventivo e de dissuasão que redundou no magnífico resultado de ser a primeira cimeira da NATO no mundo em que, ao que creio saber, não se registaram distúrbios.

Esta acção policial de prevenção e acção elevou, em muito, o nível de exigência que a partir de agora os cidadãos vão ter para com a sua Polícia de Segurança Pública. Ainda para mais com a expressão mundial que teve através dos inúmeros meios de comunicação social estrangeiros presentes.

A partir de agora não posso aceitar que o Comandante da 1.ª Divisão, responsável pela acção da PSP onde resido responda que:
- Não tem meios técnicos e humanos para reduzir o sentimento de insegurança que se vive no centro da cidade de Lisboa, mais propriamente nos Anjos e arredores;
- Não haver viaturas. Não posso aceitar que ao fim-de-semana, durante o dia, exista apenas uma viatura adstrita à esquadra do Terreiro do Paço para ocorrer às solicitações;
- Não ter mais pessoal para dotar a 6.ª Esquadra da Mouraria de efectivos adequados aos riscos e vulnerabilidades da zona de intervenção (mais que dois Agentes).

Como cidadão, depois de uma operação desta envergadura com este sucesso, mesmo com apoio de elementos de fora de Lisboa, não vou aceitar que na zona onde resido:
- Existam pessoas baleadas na linha de Metro que serve esta zona apenas porque não existe policiamento;
- Sejam pessoas assassinadas a murro apenas por passar na rua na hora errada, no local errado, apenas porque os frequentadores dos bares do Intendente acham que podem fazer o quiserem porque não existe policiamento;
- A droga seja traficada e consumida em frente às crianças apenas porque não há policiamento.

Depois de uma operação desta envergadura com o envolvimento do SEF e da Brigada Fiscal da GNR, não posso aceitar que na zona onde resido:
- Se vendam produtos contra feitos armazenados num centro comercial sem segurança alguma contra-incêndios;
- Que proliferem por esta zona, garantidamente, a maior quantidade de cidadãos ilegais do país por m2;

Depois de ver a acção da PSP sobre pessoas deitadas no chão, a sujarem as ruas e protestarem silenciosas, sinto-me no direito de exigir mesmo comportamento da PSP sobre:
- Os bêbados que se espalham deitados nos passeios da Almirante Reis e Rua da Palma depois de consumirem imenso álcool nos bares do Intendente;
- Os comerciantes de origem Árabe da Rua do Bem Formoso que deitam para a via pública os despojos e lixos produzidos pelas suas lojas (a maior parte delas com largas fugas aos impostos);
- As prostitutas desta zona (maior parte delas de origem na África francófona e sem documentos) até desaparecerem pois, silenciosas, dão prazer a um conjunto de desalinhados sociais.

Espero que este agradecimento, sentido, também sirva para alertar os Comandos da PSP para as condições em que alguns dos seus Agentes colocados em Lisboa têm para viver. Para terminar, deixo esta questão: não valia mais terem investido numa “vila” para os Agentes colocados na grande Lisboa habitarem, em detrimento das viaturas (blindadas – anti-balísticas) que não chegaram?

Bem Hajam a todos
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
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