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O CFTV e o Sismo no Japão
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Muitas são as vozes que se levantam sempre que existe a possibilidade de virem a ser instalados Sistemas Fechados de Televigilância, vulgo câmaras de segurança, na via pública.

A nossa legislação é muito rígida e daí muito contornada. Mais de 60% dos sistemas instalados que cobrem espaços públicos não estão legalizados.

A sua instalação sem autorização parece não incomodar ninguém. Porém se a instalação é anunciada e iniciado o processo de licenciamento desencadeia-se uma contestação que por vezes conduz ao embargo da colocação das câmaras.

O sismo do Japão veio mostrar a importância destes sistemas fora do seu âmbito originário. O CFTV é um sistema vulgarmente conotado com a vertente security da segurança (protecção de crimes contra a sociedade), mas provou ser um excelente auxiliar no durante e no após uma catástrofe natural daquelas dimensões.

Devido aos muitos sistemas de CFTV instalados em diversos locais atingidos pelo sismo e tsunami pudemos assistir, com a curiosidade jornalística, não só ao evoluir da situação, como estes sistemas também se tornaram um meio muito valioso para análise do após acontecimento.

Das imagens recolhidas vão decerto os Japoneses retirar aprendizagens para se proteger no futuro.

O óptimo seria que em Portugal, devido ao risco conhecido nesta matéria, também os técnicos e especialistas efectuassem um visionamento de todas as imagens recolhidas e daí partissem para um estudo mais aprofundado do que fazer no antes, durante e após uma catástrofe desta natureza.

Para além das conclusões que possam vir a ser retiradas pelos técnicos de protecção civil e responsáveis de segurança das empresas, seria importante discutir-se de uma forma franca e despretensiosa a importância dos sistemas de televigilância na sociedade actual.

Uma discussão séria decerto conduziria à tão necessária alteração da Lei
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
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