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Segurança Privada - Nova Legislação
#1
Texto integral que publiquei no grupo de discussão do Linked: Segurança em Portugal / Security in Portugal

Como gosto sempre muito mais de fazer parte da solução do que do problema, venho aqui expor a minha opinião, esperando que esta possa ter alguma utilidade.
Ao que julgo saber existe um documento de consenso entre diversos intervenientes do setor da Segurança Privada (SP) para requerer ao MAI a correção da atual proposta de legislação.
Esta unidade, entre as diversas categorias de profissionais da SP, importa ser mantida a todo o custo contra “ventos e marés”.
No passado, quem vinha para a SP não acreditava na opção uma carreira profissional! Começava por ser uma alternativa, depois um ordenado e, com o passar do tempo, apercebíamos que afinal erámos bons profissionais e tínhamos prazer no desempenho.
Quando cheguei ao setor não havia formação de espécie alguma, hoje, existem bons cursos de formação a diversos níveis desde o profissional (saber fazer) ao académico (saber saber).
Os atores mudaram. Porém, o MAI enquanto mais alto responsável assim como alguns empresários, de menor qualidade, ainda não se aperceberam disso. Todavia, a PSP também não. Isto porque sempre viu a SP como uma porta alternativa à sua “complementaridade de rendimento”
No caso concreto dos Diretores de Segurança, na minha opinião, a legislação foi criada para absorver: Oficiais de polícia mais antigos afastados quando se estabeleceram em lugares de médio e alto comando, os oriundos da Escola Superior de Polícia. A estes juntaram-se nessa oferta os Inspetores da PJ que se viram afastados por não serem licenciados logo não estavam consignados na então nova Lei orgânica e por último, mas não menos importante os Ten. Coronéis e Coronéis, sem soldados, que não cabiam na Proteção Civil (Nacional e Municipal). Ora, para estes casos, haveria sempre um cargo na SP o de Diretor. Este modelo de Diretor de Segurança interessava às empresas…abria portas, estabelecia contatos, supostamente garantia clientes.
Mas o “tiro saiu-lhes pela culatra”!
Na Segurança Privada estavam, há anos, alguns excelentes profissionais, devidamente preparados para exercer essas funções. Apenas aguardavam a necessária legislação.
Ora, perante a mudança de pressupostos há que corrigir as coisas.
Estou convencido que o Ministro sabe o que é melhor para a Segurança Privada em Portugal (vide a primeira proposta de legislação), a minha dúvida é se terá força suficiente para levar “este barco a bom porto”.
Daí considerar de vital importância que todos, mas todos, os que verdadeiramente querem uma SP como uma fonte de rendimento, garantindo o máximo de segurança aos clientes (desses fazem parte as Associações representativas dos Profissionais e as Empresas honestas) se devem unir, esquecer discordâncias antigas e inconsequentes e focalizarem-se no importante que, na minha modesta opinião, é o futuro de uma Segurança Privada em Portugal com dignidade e profissionalismo.
Sou, com cordiais cumprimentos
Júlio Santos
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