<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/">
	<channel>
		<title><![CDATA[ - Todos os Fóruns]]></title>
		<link>http://www.juliosantos.net/forum/</link>
		<description><![CDATA[ - http://www.juliosantos.net/forum]]></description>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2012 15:10:16 +0000</pubDate>
		<generator>MyBB</generator>
		<item>
			<title><![CDATA[Actualizações de Segurança do Fórum]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=190</link>
			<pubDate>Fri, 27 Jan 2012 09:34:11 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=190</guid>
			<description><![CDATA[Caros membros. <br />
Brevemente o fórum vai sofrer novas actualizações de segurança. onde por breves minutos poderá sofrer algumas indisponibilidades de acesso ao fórum<br />
<br />
Contudo em tempo útil, colocaremos aqui uma nova informação da data dessa intervenção.<br />
Obrigado pela compreensão.<br />
<br />
<br />
Alexandre Pais]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Caros membros. <br />
Brevemente o fórum vai sofrer novas actualizações de segurança. onde por breves minutos poderá sofrer algumas indisponibilidades de acesso ao fórum<br />
<br />
Contudo em tempo útil, colocaremos aqui uma nova informação da data dessa intervenção.<br />
Obrigado pela compreensão.<br />
<br />
<br />
Alexandre Pais]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cinco anos ao serviço da Segurança]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=189</link>
			<pubDate>Mon, 12 Sep 2011 14:15:21 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=189</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O projecto <a href="http://www.juliosantos.net" target="_blank">http://www.juliosantos.net</a> nasceu em 2006. O design do primeiro site foi do Jorge Constantino. Por este projecto passou também o Nelson Favas. A actual imagem, a criação do fórum <a href="http://www.juliosantos.net/forum" target="_blank">http://www.juliosantos.net/forum</a> e suporte técnico são do Alexandre Pais. Este tem sido um trabalho de equipa que muito me orgulho de liderar que foi muito enriquecido por textos de pessoas de diversas áreas como da Dr.ª Sónia Gonçalves e de tantos outros que ao longo destes cinco anos deram o seu contributo para a partilha de conhecimentos na área de segurança. Estes espaços foram criados com o objectivo de partilhar conhecimentos adquiridos ao longo de mais de 25 anos de ligação à segurança quer na vertente comercial, quer na operacional. Metade desse tempo foi de estreita ligação à segurança privada e aos seus Agentes.<br />
<br />
Hoje congratulo-me com o facto de um site e um fórum, sem qualquer apoio externo, sobre um tema pouco apelativo para a maioria das pessoas em Portugal, somarem mais de 140 mil visitas o que dá uma média de 77 visitas diárias.<br />
<br />
Registamos visitas dos cinco continentes, mais de cem países, com maior incidência para os PALOP. Já colaborámos em trabalhos académicos, também vimos os nossos textos partilhados noutros fóruns o que agradecemos.<br />
 <br />
Este projecto é a prova de que a partilha de conhecimentos pode ser uma realidade desde que haja vontade de o fazer. Obrigado a todos os que de alguma forma ajudaram e/ou ajudam este projecto e um grande agradecimento aos que me dão o prazer de ler e visitar a página e o fórum. </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O projecto <a href="http://www.juliosantos.net" target="_blank">http://www.juliosantos.net</a> nasceu em 2006. O design do primeiro site foi do Jorge Constantino. Por este projecto passou também o Nelson Favas. A actual imagem, a criação do fórum <a href="http://www.juliosantos.net/forum" target="_blank">http://www.juliosantos.net/forum</a> e suporte técnico são do Alexandre Pais. Este tem sido um trabalho de equipa que muito me orgulho de liderar que foi muito enriquecido por textos de pessoas de diversas áreas como da Dr.ª Sónia Gonçalves e de tantos outros que ao longo destes cinco anos deram o seu contributo para a partilha de conhecimentos na área de segurança. Estes espaços foram criados com o objectivo de partilhar conhecimentos adquiridos ao longo de mais de 25 anos de ligação à segurança quer na vertente comercial, quer na operacional. Metade desse tempo foi de estreita ligação à segurança privada e aos seus Agentes.<br />
<br />
Hoje congratulo-me com o facto de um site e um fórum, sem qualquer apoio externo, sobre um tema pouco apelativo para a maioria das pessoas em Portugal, somarem mais de 140 mil visitas o que dá uma média de 77 visitas diárias.<br />
<br />
Registamos visitas dos cinco continentes, mais de cem países, com maior incidência para os PALOP. Já colaborámos em trabalhos académicos, também vimos os nossos textos partilhados noutros fóruns o que agradecemos.<br />
 <br />
Este projecto é a prova de que a partilha de conhecimentos pode ser uma realidade desde que haja vontade de o fazer. Obrigado a todos os que de alguma forma ajudaram e/ou ajudam este projecto e um grande agradecimento aos que me dão o prazer de ler e visitar a página e o fórum. </div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A crise económica versus insegurança]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=188</link>
			<pubDate>Sun, 28 Aug 2011 14:59:05 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=188</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Muitos académicos, ligados à segurança, já dissertaram sobre o tema: o reflexo da primeira crise económica do século XXI nos factores de insegurança.<br />
<br />
De uma forma despretensiosa, no inicio da crise em Junho, de 2007, neste mesmo Fórum sob o tema “<a href="http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=97" target="_blank"><span style="font-style: italic;">A insegurança social ao nível mundial</span></a>” abordámos este fenómeno.<br />
<br />
Porém, como todos aqueles que estudam a segurança, não tivemos a percepção da real situação nem do impacto que a denominada crise económica, iria ter no dia-a-dia dos cidadãos de cada país.<br />
<br />
No caso português, como era esperado, estamos a ser alvo de factores associados à criminalidade organizada mundial e a factores internos intrínsecos ao reflexo da vivência diária.<br />
No caso da criminalidade de origem externa foram escolhidos preferencialmente dois alvos. A região do Algarve, pela proliferação de casas desabitadas grande parte do ano e as que estão ocupadas todo o ano são-no por pessoas idosas, com rendimentos acima da média europeia e que escolheram esta região pelo seu clima e também pela, até agora, segurança do país. Outro alvo em Portugal é o ouro. Factos históricos indicam Portugal como um dos maiores possuidores, quer de reservas quer de utilizadores deste ambicionado e cada vez mais valioso metal.<br />
<br />
Todavia, existem outros factores de insegurança a que todos devemos estar muito mais atentos, pois os seus alvos não são bens, são pessoas.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Referimo-nos à segurança rodoviária.</span><br />
<br />
Nesta matéria, os políticos deixaram a sua macabra marca ao extinguirem a Brigada de Trânsito da GNR, um dos melhores conjuntos de profissionais na prevenção de acidentes de viação na Europa senão no mundo.<br />
<br />
Os cidadãos, devido à crise económica, fazem o restante para aumentar, não só o número de acidentes, mas, mais grave do que isso, os resultados expressos no aumento desmesurado de feridos graves e mortos.<br />
<br />
A ausência de visitas às oficinas como factor preventivo, mantendo apenas as de factor correctivo estritamente necessárias a que a viatura circule, associadas às faltas aos centros de inspecção, o não pagamento dos seguros obrigatórios, o cancelamento dos facultativos e o natural envelhecimento da frota automóvel do país – por falta de investimento – encaminha-nos para um natural aumento do número de acidentes de automóvel e consequentemente dos seus resultados.<br />
<br />
As fiscalizações têm apertado. Não pelas motivações correctas, mas como forma de financiamento dos meios policiais o que conduz a uma forma perversa da relação: fiscalizador/fiscalizado. Pois este último como sabe que o interesse do fiscalizador é a verba da multa, paga-a (quando consegue), mas mantém os factores de insegurança da sua viatura colocando assim em risco não só os que a utilizam, mas também aqueles que com ela se cruzam na estrada.<br />
  <br />
A história diz-nos que as crises económicas conduzem a uma melhoria significativa dos modelos de vida das pessoas, conquanto esses relatos omitem é o preço a pagar por essa suposta evolução e no caso da presente crise, ainda estamos no princípio do saldar da factura. Estejamos pois todos atentos e preocupados com a nossa segurança que é um bem extremamente necessário para a natural evolução, quer do homem enquanto indivíduo, quer deste enquanto membro de uma sociedade mesmo que seja num formato nos antípodas daquela que conhecemos hoje.</div><br /><!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=8" target="_blank">acidente.jpg</a> (Tamanho: 13.58 KB / Downloads: 0)
<!-- end: postbit_attachments_attachment -->]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Muitos académicos, ligados à segurança, já dissertaram sobre o tema: o reflexo da primeira crise económica do século XXI nos factores de insegurança.<br />
<br />
De uma forma despretensiosa, no inicio da crise em Junho, de 2007, neste mesmo Fórum sob o tema “<a href="http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=97" target="_blank"><span style="font-style: italic;">A insegurança social ao nível mundial</span></a>” abordámos este fenómeno.<br />
<br />
Porém, como todos aqueles que estudam a segurança, não tivemos a percepção da real situação nem do impacto que a denominada crise económica, iria ter no dia-a-dia dos cidadãos de cada país.<br />
<br />
No caso português, como era esperado, estamos a ser alvo de factores associados à criminalidade organizada mundial e a factores internos intrínsecos ao reflexo da vivência diária.<br />
No caso da criminalidade de origem externa foram escolhidos preferencialmente dois alvos. A região do Algarve, pela proliferação de casas desabitadas grande parte do ano e as que estão ocupadas todo o ano são-no por pessoas idosas, com rendimentos acima da média europeia e que escolheram esta região pelo seu clima e também pela, até agora, segurança do país. Outro alvo em Portugal é o ouro. Factos históricos indicam Portugal como um dos maiores possuidores, quer de reservas quer de utilizadores deste ambicionado e cada vez mais valioso metal.<br />
<br />
Todavia, existem outros factores de insegurança a que todos devemos estar muito mais atentos, pois os seus alvos não são bens, são pessoas.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Referimo-nos à segurança rodoviária.</span><br />
<br />
Nesta matéria, os políticos deixaram a sua macabra marca ao extinguirem a Brigada de Trânsito da GNR, um dos melhores conjuntos de profissionais na prevenção de acidentes de viação na Europa senão no mundo.<br />
<br />
Os cidadãos, devido à crise económica, fazem o restante para aumentar, não só o número de acidentes, mas, mais grave do que isso, os resultados expressos no aumento desmesurado de feridos graves e mortos.<br />
<br />
A ausência de visitas às oficinas como factor preventivo, mantendo apenas as de factor correctivo estritamente necessárias a que a viatura circule, associadas às faltas aos centros de inspecção, o não pagamento dos seguros obrigatórios, o cancelamento dos facultativos e o natural envelhecimento da frota automóvel do país – por falta de investimento – encaminha-nos para um natural aumento do número de acidentes de automóvel e consequentemente dos seus resultados.<br />
<br />
As fiscalizações têm apertado. Não pelas motivações correctas, mas como forma de financiamento dos meios policiais o que conduz a uma forma perversa da relação: fiscalizador/fiscalizado. Pois este último como sabe que o interesse do fiscalizador é a verba da multa, paga-a (quando consegue), mas mantém os factores de insegurança da sua viatura colocando assim em risco não só os que a utilizam, mas também aqueles que com ela se cruzam na estrada.<br />
  <br />
A história diz-nos que as crises económicas conduzem a uma melhoria significativa dos modelos de vida das pessoas, conquanto esses relatos omitem é o preço a pagar por essa suposta evolução e no caso da presente crise, ainda estamos no princípio do saldar da factura. Estejamos pois todos atentos e preocupados com a nossa segurança que é um bem extremamente necessário para a natural evolução, quer do homem enquanto indivíduo, quer deste enquanto membro de uma sociedade mesmo que seja num formato nos antípodas daquela que conhecemos hoje.</div><br /><!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=8" target="_blank">acidente.jpg</a> (Tamanho: 13.58 KB / Downloads: 0)
<!-- end: postbit_attachments_attachment -->]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Formação continua e de proximidade]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=186</link>
			<pubDate>Fri, 12 Aug 2011 17:55:05 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=186</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Chefiar, liderar, comandar, dirigir, superintender, supervisionar, coordenar, gerir, muitas palavras, que definem, melhor ou pior, a actividade de enquadrar um conjunto de pessoas e simultaneamente conduzi-lo a objectivos pré-definidos.<br />
<br />
Todas as profissões têm elementos com essa responsabilidade, nuns casos mais acentuada, como os militares e afins, noutros, mais moderada e até liberal.<br />
<br />
Mas nem sempre o enquadramento, mesmo que eficaz e feito por profissionais da matéria, é suficiente para se atingir os objectivos pretendidos, existem outros factores.<br />
<br />
No caso da segurança privada a actividade de gerir os recursos tem algumas particularidades. Na maioria das situações o enquadramento é bicéfalo, o da empresa à qual o Agente de Segurança Privada (ASP) tem vínculo laboral e o do cliente contratante do serviço. Esta dualidade permite alguma desresponsabilização como adiante se atestará.<br />
<br />
Algumas das ineficácias atribuídas aos ASP nem sempre são da sua responsabilidade pessoal, aliás pela experiência arrisco a afirmar que mais de 80% não podem ser acicatados aos profissionais, mas a um conjunto de falhas e omissões dos demais agentes que estão envolvidos nesta actividade e que são:<br />
<br />
   - <span style="font-weight: bold;">O Estado</span> com a responsabilidade de legislar, regulamentar e fiscalizar;<br />
   - <span style="font-weight: bold;">A empresa de segurança</span> a quem compete a selecção dos elementos, a sua formação, assegurar a logística, colocação no cliente, acompanhamento/avaliação do desempenho;<br />
   - <span style="font-weight: bold;">Ao Cliente</span> cabe definir devidamente os serviços que necessita, em que moldes estes devem ser desempenhados, avaliar os níveis de serviço da empresa contratada, assegurar condições de desempenho aos ASP;<br />
   - <span style="font-weight: bold;">Dos ASP</span> como de qualquer trabalhador, espera-se um desempenho em consonância com as suas competências pessoais e as adquiridas na formação ministrada.<br />
<br />
Para este caso não incluímos o Estado, embora se lhe reconheçam imensas responsabilidades num eventual mau desempenho final. A sua intervenção nesta cadeia de valor é a montante da prestação do serviço em virtude da fiscalização ser quase inexistente e na maioria dos casos por reacção, quando se impunha que fosse por prevenção. <br />
<br />
Restam três agentes. Comecemos por analisar os objectivos primários de cada um deles perante um serviço a prestar:<br />
<span style="font-weight: bold;">A Empresa</span>, tem como objectivo efectuar uma mais-valia económica, ou seja visa o lucro, ainda que a fazer segurança. <br />
<span style="font-weight: bold;">O ASP</span> receber o justo valor pelo trabalho efectuado que, no caso é fazer segurança.<br />
<span style="font-weight: bold;">O Cliente</span> é, neste ciclo, o único que tem como objectivo principal a segurança.<br />
<br />
Resumindo, os objectivos primários para cada um dos agentes são diferentes. Tornando uma tarefa difícil conciliá-los. Por isso compete ao Cliente fazer essa gestão. É aqui que o pessoal com responsabilidades de enquadramento do Cliente tem de actuar. <br />
<br />
Mas como?<br />
<br />
Recorrendo de novo à experiência adquirida, consideramos que a solução não passa apenas por um enquadramento eficaz, mas sim por uma aposta na formação contínua e de proximidade dos ASP.<br />
<br />
A formação básica, imposta por Lei, nem sempre é ministrada pelas empresas, a falta de fiscalização permite essa lacuna. Reforçamos a ideia de que é ao Cliente, aquele cujo principal objectivo é a segurança, a quem compete tomar à sua responsabilidade a formação continua e de proximidade e aqui contínua é mesmo continuada, diária se necessário.<br />
<br />
A formação a ministrar deve estar fundamentada. A melhor forma do fazer é ter escrito, de forma exaustiva e inequívoca, os objectivos para cada posto. Atinge-se este objectivo através da existência de cartas de rotinas e protocolos para as situações passíveis de ocorrer em cada zona da responsabilidade dos respectivos postos de vigilância.<br />
<br />
Independentemente da ordem de importância, descrevemos alguns factores para que a nossa opinião seja a favor da formação continuada e de proximidade:<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Alta rotatividade dos ASP</span><br />
A rotatividade advém dos baixos salários, das deficientes condições para o desempenho da função, arbitrariedades e imposições das empresas quer relativamente a remunerações, quer a horários ou outros. Aqui é onde melhor se afere de que as empresas de segurança, não têm como principal objectivo fazer segurança, mas sim ganhar dinheiro a fazê-la.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Deficiente formação básica</span><br />
A formação imposta por legislação é, na maioria dos casos, desadequada, nem sempre é ministrada convenientemente e os ASP não estão vocacionados para tantas horas de formação em formato escolástico.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Constantes adaptações a novos factores de insegurança</span><br />
As alterações na sociedade ocorrem a uma velocidade estonteante o que obriga a constantes adaptações da segurança aos novos factores de insegurança.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Reestruturações e readaptações da organização do cliente</span><br />
As empresas nos tempos actuais têm de estar adaptadas aos seus mercados alvo. Isso obriga a adaptações e reestruturações constantes e a segurança não pode ficar alheia a essas mudanças, seja por imperativos organizacionais, seja por alterações das estruturas físicas.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Falta de motivação dos ASP </span><br />
Pelos motivos já citados aos quais se associam as poucas perspectivas de evolução de carreira, em alguns casos um desempenho muito repetitivo e pouco criativo, esta actividade torna-se mais uma profissão de recurso não sendo vista como tendo muito futuro, daí as pessoas apostarem pouco na profissão, especialmente no inicio. <br />
<br />
Fica assim expresso um conjunto de fortes motivos para que o cliente disponha de um plano de formação e acompanhamento contínuo dos ASP que a empresa que contratou colocou ao seu serviço. <br />
<br />
Por esta altura pode colocar-se a questão porque não transitar a responsabilidade da formação contínua para a empresa contratada?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Nada mais errado! </span><br />
<br />
Temos de nos reposicionar nos principais objectivos de cada um dos agentes deste ciclo. Assim, não se pode optar pela solução de entregar essa formação às empresas porque:<br />
   - Têm um objectivo primário diferente;<br />
   - Não têm o real conhecimento das necessidades, instalações e meios do cliente;<br />
   - O cliente fica sem conseguir aferir o desempenho dos ASP pois, mesmo conhecendo os conteúdos programáticos, desconhece como é ministrada e avaliada a formação;<br />
   - Uma formação diária implica custos adicionais e os elementos contratados para essa função, diz-nos a experiência, rapidamente estariam a desempenhar outras completamente diferentes, mais convenientes com os objectivos primários da empresa contratada.<br />
<br />
A formação contínua e de proximidade ministrada por elementos do Cliente, para além de dotar de conhecimentos e competências os ASP serve ainda para:<br />
   - Aferir da qualidade do serviço prestado pelos respectivos ASP;<br />
   - Identificar anomalias quer do âmbito da segurança quer de organização;<br />
   - Permite mais clarividência em eventuais alterações quer de protocolos quer de meios;<br />
   - Permite uma recolha de informações muitas vezes vitais para a gestão de segurança;<br />
   - Identifica as causas de determinados comportamentos individuais ou colectivos;<br />
   - Transmite aos ASP valores e princípios da organização para quem prestam serviço,  melhorando assim o relacionamento destes com o Cliente;<br />
   - Por último, desonera os ASP de serem considerados os únicos culpados de situações que corram menos bem, pois todos os agentes deste processo assumem a sua quota-parte.<br />
<br />
Estamos em crer ter deixado algumas razões válidas para que as organizações que contratam serviços de segurança privada considerem importante, senão vital, a formação contínua e de proximidade e, passe a presunção, passem a adoptá-la.  <br />
<br />
Dedico este texto à minha amiga A.V. pois o tema surgiu-me de uma conversa com ela.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Chefiar, liderar, comandar, dirigir, superintender, supervisionar, coordenar, gerir, muitas palavras, que definem, melhor ou pior, a actividade de enquadrar um conjunto de pessoas e simultaneamente conduzi-lo a objectivos pré-definidos.<br />
<br />
Todas as profissões têm elementos com essa responsabilidade, nuns casos mais acentuada, como os militares e afins, noutros, mais moderada e até liberal.<br />
<br />
Mas nem sempre o enquadramento, mesmo que eficaz e feito por profissionais da matéria, é suficiente para se atingir os objectivos pretendidos, existem outros factores.<br />
<br />
No caso da segurança privada a actividade de gerir os recursos tem algumas particularidades. Na maioria das situações o enquadramento é bicéfalo, o da empresa à qual o Agente de Segurança Privada (ASP) tem vínculo laboral e o do cliente contratante do serviço. Esta dualidade permite alguma desresponsabilização como adiante se atestará.<br />
<br />
Algumas das ineficácias atribuídas aos ASP nem sempre são da sua responsabilidade pessoal, aliás pela experiência arrisco a afirmar que mais de 80% não podem ser acicatados aos profissionais, mas a um conjunto de falhas e omissões dos demais agentes que estão envolvidos nesta actividade e que são:<br />
<br />
   - <span style="font-weight: bold;">O Estado</span> com a responsabilidade de legislar, regulamentar e fiscalizar;<br />
   - <span style="font-weight: bold;">A empresa de segurança</span> a quem compete a selecção dos elementos, a sua formação, assegurar a logística, colocação no cliente, acompanhamento/avaliação do desempenho;<br />
   - <span style="font-weight: bold;">Ao Cliente</span> cabe definir devidamente os serviços que necessita, em que moldes estes devem ser desempenhados, avaliar os níveis de serviço da empresa contratada, assegurar condições de desempenho aos ASP;<br />
   - <span style="font-weight: bold;">Dos ASP</span> como de qualquer trabalhador, espera-se um desempenho em consonância com as suas competências pessoais e as adquiridas na formação ministrada.<br />
<br />
Para este caso não incluímos o Estado, embora se lhe reconheçam imensas responsabilidades num eventual mau desempenho final. A sua intervenção nesta cadeia de valor é a montante da prestação do serviço em virtude da fiscalização ser quase inexistente e na maioria dos casos por reacção, quando se impunha que fosse por prevenção. <br />
<br />
Restam três agentes. Comecemos por analisar os objectivos primários de cada um deles perante um serviço a prestar:<br />
<span style="font-weight: bold;">A Empresa</span>, tem como objectivo efectuar uma mais-valia económica, ou seja visa o lucro, ainda que a fazer segurança. <br />
<span style="font-weight: bold;">O ASP</span> receber o justo valor pelo trabalho efectuado que, no caso é fazer segurança.<br />
<span style="font-weight: bold;">O Cliente</span> é, neste ciclo, o único que tem como objectivo principal a segurança.<br />
<br />
Resumindo, os objectivos primários para cada um dos agentes são diferentes. Tornando uma tarefa difícil conciliá-los. Por isso compete ao Cliente fazer essa gestão. É aqui que o pessoal com responsabilidades de enquadramento do Cliente tem de actuar. <br />
<br />
Mas como?<br />
<br />
Recorrendo de novo à experiência adquirida, consideramos que a solução não passa apenas por um enquadramento eficaz, mas sim por uma aposta na formação contínua e de proximidade dos ASP.<br />
<br />
A formação básica, imposta por Lei, nem sempre é ministrada pelas empresas, a falta de fiscalização permite essa lacuna. Reforçamos a ideia de que é ao Cliente, aquele cujo principal objectivo é a segurança, a quem compete tomar à sua responsabilidade a formação continua e de proximidade e aqui contínua é mesmo continuada, diária se necessário.<br />
<br />
A formação a ministrar deve estar fundamentada. A melhor forma do fazer é ter escrito, de forma exaustiva e inequívoca, os objectivos para cada posto. Atinge-se este objectivo através da existência de cartas de rotinas e protocolos para as situações passíveis de ocorrer em cada zona da responsabilidade dos respectivos postos de vigilância.<br />
<br />
Independentemente da ordem de importância, descrevemos alguns factores para que a nossa opinião seja a favor da formação continuada e de proximidade:<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Alta rotatividade dos ASP</span><br />
A rotatividade advém dos baixos salários, das deficientes condições para o desempenho da função, arbitrariedades e imposições das empresas quer relativamente a remunerações, quer a horários ou outros. Aqui é onde melhor se afere de que as empresas de segurança, não têm como principal objectivo fazer segurança, mas sim ganhar dinheiro a fazê-la.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Deficiente formação básica</span><br />
A formação imposta por legislação é, na maioria dos casos, desadequada, nem sempre é ministrada convenientemente e os ASP não estão vocacionados para tantas horas de formação em formato escolástico.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Constantes adaptações a novos factores de insegurança</span><br />
As alterações na sociedade ocorrem a uma velocidade estonteante o que obriga a constantes adaptações da segurança aos novos factores de insegurança.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Reestruturações e readaptações da organização do cliente</span><br />
As empresas nos tempos actuais têm de estar adaptadas aos seus mercados alvo. Isso obriga a adaptações e reestruturações constantes e a segurança não pode ficar alheia a essas mudanças, seja por imperativos organizacionais, seja por alterações das estruturas físicas.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">- Falta de motivação dos ASP </span><br />
Pelos motivos já citados aos quais se associam as poucas perspectivas de evolução de carreira, em alguns casos um desempenho muito repetitivo e pouco criativo, esta actividade torna-se mais uma profissão de recurso não sendo vista como tendo muito futuro, daí as pessoas apostarem pouco na profissão, especialmente no inicio. <br />
<br />
Fica assim expresso um conjunto de fortes motivos para que o cliente disponha de um plano de formação e acompanhamento contínuo dos ASP que a empresa que contratou colocou ao seu serviço. <br />
<br />
Por esta altura pode colocar-se a questão porque não transitar a responsabilidade da formação contínua para a empresa contratada?<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Nada mais errado! </span><br />
<br />
Temos de nos reposicionar nos principais objectivos de cada um dos agentes deste ciclo. Assim, não se pode optar pela solução de entregar essa formação às empresas porque:<br />
   - Têm um objectivo primário diferente;<br />
   - Não têm o real conhecimento das necessidades, instalações e meios do cliente;<br />
   - O cliente fica sem conseguir aferir o desempenho dos ASP pois, mesmo conhecendo os conteúdos programáticos, desconhece como é ministrada e avaliada a formação;<br />
   - Uma formação diária implica custos adicionais e os elementos contratados para essa função, diz-nos a experiência, rapidamente estariam a desempenhar outras completamente diferentes, mais convenientes com os objectivos primários da empresa contratada.<br />
<br />
A formação contínua e de proximidade ministrada por elementos do Cliente, para além de dotar de conhecimentos e competências os ASP serve ainda para:<br />
   - Aferir da qualidade do serviço prestado pelos respectivos ASP;<br />
   - Identificar anomalias quer do âmbito da segurança quer de organização;<br />
   - Permite mais clarividência em eventuais alterações quer de protocolos quer de meios;<br />
   - Permite uma recolha de informações muitas vezes vitais para a gestão de segurança;<br />
   - Identifica as causas de determinados comportamentos individuais ou colectivos;<br />
   - Transmite aos ASP valores e princípios da organização para quem prestam serviço,  melhorando assim o relacionamento destes com o Cliente;<br />
   - Por último, desonera os ASP de serem considerados os únicos culpados de situações que corram menos bem, pois todos os agentes deste processo assumem a sua quota-parte.<br />
<br />
Estamos em crer ter deixado algumas razões válidas para que as organizações que contratam serviços de segurança privada considerem importante, senão vital, a formação contínua e de proximidade e, passe a presunção, passem a adoptá-la.  <br />
<br />
Dedico este texto à minha amiga A.V. pois o tema surgiu-me de uma conversa com ela.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[PSP – Uma semana em cheio]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=184</link>
			<pubDate>Sat, 14 May 2011 11:50:01 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=184</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Esta foi uma semana em cheio para a PSP, pelo menos do ponto de vista mediático.<br />
 <br />
Começou com o controlo e detenção de alguns elementos de um grupo de malfeitores em Odivelas, após um deles ter efectuado um roubo e se ter recusado a identificar – porque tinha uma ordem de expulsão do país – os outros vieram em seu auxilio deixando assim os Agentes que se tinham deslocado ao local em “maus lençóis”. Nos dias seguintes nos fóruns e comentários de noticias houve mais apoio aos bandidos que aos polícias.<br />
<br />
Em contrapartida poucas foram as palavras que se leram nestes locais sobre a grande apreensão de droga efectuada pela PSP do Porto e a prisão de onze elementos relacionados com o crime em causa.<br />
  <br />
A semana também ficou marcada pela prisão de membros da PSP que supostamente se dedicavam ao tráfico de droga, segurança privada ilegal - entre eles um oficial e um chefe.<br />
<br />
Raros são os crimes desta natureza que têm desculpa, sejam eles praticados por quem forem. Nalguns casos, quando praticados por polícias, até se revestem de mais gravidade aos olhos da sociedade.<br />
<br />
Todavia, sem estar a usar de posturas desculpabilizantes, importava reflectirmos sobre o que levará polícias a praticar este tipo de crimes? Decerto que o principal objectivo é dinheiro, mas porquê?<br />
<br />
Temos de começar esta análise – que se objectiva como despretensiosa – pelo princípio do ciclo em que estão envolvidos os Agentes da autoridade em Portugal.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Em primeiro lugar</span> neste ciclo estão os políticos legisladores (aqueles que nós elegemos). Estes quando concebem as leis penais têm em muito pouca conta aqueles que no terreno vão ter de as fiscalizar e aplicar. Amiúde servem-se dessa possibilidade para legislar preventivamente na protecção de crimes habitualmente praticados por “amigos”, preocupando-se muito pouco com as necessidades de segurança do cidadão comum.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Em segundo lugar</span> a aplicação dessas mesmas leis pelos Magistrados. Algumas decisões são de bradar aos céus. Não estando esta corporação de acordo com a maioria das leis, ou por não terem sido consultados na sua feitura, ou por as suas opiniões sobre a matéria não terem sido consideradas. Aplicam-nas mais numa óptica de se defenderem a eles próprios de posteriores acusações de mau juízo, esquecendo as vítimas e os polícias, no fundo, ignorando os reflexos das suas decisões na sociedade.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Em terceiro lugar </span>as próprias Instituições policiais. Pouco ou nada acompanham os seus “homens e mulheres”. As condições de trabalho proporcionadas, são na maioria dos casos, deploráveis. As escalas de serviço quase humanamente impossíveis de cumprir se lhe juntarem os serviços gratificados (que já deviam ter acabado há anos), as deslocações a Tribunal, os imperativos processuais e por último a formação que sendo pouca, existe e é obrigatória.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Por último</span>, importa reflectir sobre as condições em que sobrevivem a maioria dos Agentes da autoridade em Portugal, seja pelas facultadas nos locais de trabalho, seja pelo próprio ambiente fora desse contexto, na maioria das vezes sem o importante apoio familiar pelo facto de estarem deslocados grandes distâncias da sua origem. <br />
<br />
Tudo isto a somar ao descrédito que a profissão tem junto da sociedade, pois os Agentes são aqueles que nas ruas “dão a cara” por uma justiça injusta, num país degradado de valores e princípios onde os meliantes de um lado, leis e decisões judiciais incompreensíveis, por outro ditam, o formato de viver.<br />
<br />
Ou seja os apelos são muitos: - Porquê esperar meses pelo pagamento de um serviço gratificado (a PSP só paga ao Agente depois de receber do cliente que a maioria das vezes se atrasa)? - Porquê andar na rua armado com a arma de serviço para se defender (maior parte das vezes de ameaças concretizadas nos teatros de operações por bandidos que no dia seguinte estão nas ruas) se tiverem de a usar é um cabo dos trabalhos? Podíamos deixar um rol imenso de questões desta natureza que muitas delas ficariam sem resposta.<br />
<br />
Nada desculpa as eventuais práticas dos Agentes agora detidos. Mas se toda a gente se debruça sobre o que leva um comum criminoso à pratica de crimes, também deve haver a coragem de quem tem responsabilidades neste país de analisar, a fundo, sem preconceitos o que leva uma parte ínfima e sem expressão de polícias também a praticá-los. <br />
<br />
Estou convicto, porque acredito incondicionalmente nos Polícias do meu País, que se for feita uma análise profunda ao sector legal e policial, estas situações tenderão a desaparecer. Para isso contribuiria: <br />
<br />
- Uma legislação capaz; <br />
- Juízes sem medo, rigorosos e preocupados com o todo da sociedade em detrimento do seu ego; <br />
- Uma selecção de candidatos a polícias criteriosa, Agentes com formação contínua, um acompanhamento efectuado continuamente por profissionais, boas condições de trabalho, proximidade das famílias e horários exequíveis.</div>
<br />
Concluindo, os culpados podem estar identificados, mas os responsáveis são muitos e não deve interessar muito a sua identificação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Esta foi uma semana em cheio para a PSP, pelo menos do ponto de vista mediático.<br />
 <br />
Começou com o controlo e detenção de alguns elementos de um grupo de malfeitores em Odivelas, após um deles ter efectuado um roubo e se ter recusado a identificar – porque tinha uma ordem de expulsão do país – os outros vieram em seu auxilio deixando assim os Agentes que se tinham deslocado ao local em “maus lençóis”. Nos dias seguintes nos fóruns e comentários de noticias houve mais apoio aos bandidos que aos polícias.<br />
<br />
Em contrapartida poucas foram as palavras que se leram nestes locais sobre a grande apreensão de droga efectuada pela PSP do Porto e a prisão de onze elementos relacionados com o crime em causa.<br />
  <br />
A semana também ficou marcada pela prisão de membros da PSP que supostamente se dedicavam ao tráfico de droga, segurança privada ilegal - entre eles um oficial e um chefe.<br />
<br />
Raros são os crimes desta natureza que têm desculpa, sejam eles praticados por quem forem. Nalguns casos, quando praticados por polícias, até se revestem de mais gravidade aos olhos da sociedade.<br />
<br />
Todavia, sem estar a usar de posturas desculpabilizantes, importava reflectirmos sobre o que levará polícias a praticar este tipo de crimes? Decerto que o principal objectivo é dinheiro, mas porquê?<br />
<br />
Temos de começar esta análise – que se objectiva como despretensiosa – pelo princípio do ciclo em que estão envolvidos os Agentes da autoridade em Portugal.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Em primeiro lugar</span> neste ciclo estão os políticos legisladores (aqueles que nós elegemos). Estes quando concebem as leis penais têm em muito pouca conta aqueles que no terreno vão ter de as fiscalizar e aplicar. Amiúde servem-se dessa possibilidade para legislar preventivamente na protecção de crimes habitualmente praticados por “amigos”, preocupando-se muito pouco com as necessidades de segurança do cidadão comum.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Em segundo lugar</span> a aplicação dessas mesmas leis pelos Magistrados. Algumas decisões são de bradar aos céus. Não estando esta corporação de acordo com a maioria das leis, ou por não terem sido consultados na sua feitura, ou por as suas opiniões sobre a matéria não terem sido consideradas. Aplicam-nas mais numa óptica de se defenderem a eles próprios de posteriores acusações de mau juízo, esquecendo as vítimas e os polícias, no fundo, ignorando os reflexos das suas decisões na sociedade.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Em terceiro lugar </span>as próprias Instituições policiais. Pouco ou nada acompanham os seus “homens e mulheres”. As condições de trabalho proporcionadas, são na maioria dos casos, deploráveis. As escalas de serviço quase humanamente impossíveis de cumprir se lhe juntarem os serviços gratificados (que já deviam ter acabado há anos), as deslocações a Tribunal, os imperativos processuais e por último a formação que sendo pouca, existe e é obrigatória.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Por último</span>, importa reflectir sobre as condições em que sobrevivem a maioria dos Agentes da autoridade em Portugal, seja pelas facultadas nos locais de trabalho, seja pelo próprio ambiente fora desse contexto, na maioria das vezes sem o importante apoio familiar pelo facto de estarem deslocados grandes distâncias da sua origem. <br />
<br />
Tudo isto a somar ao descrédito que a profissão tem junto da sociedade, pois os Agentes são aqueles que nas ruas “dão a cara” por uma justiça injusta, num país degradado de valores e princípios onde os meliantes de um lado, leis e decisões judiciais incompreensíveis, por outro ditam, o formato de viver.<br />
<br />
Ou seja os apelos são muitos: - Porquê esperar meses pelo pagamento de um serviço gratificado (a PSP só paga ao Agente depois de receber do cliente que a maioria das vezes se atrasa)? - Porquê andar na rua armado com a arma de serviço para se defender (maior parte das vezes de ameaças concretizadas nos teatros de operações por bandidos que no dia seguinte estão nas ruas) se tiverem de a usar é um cabo dos trabalhos? Podíamos deixar um rol imenso de questões desta natureza que muitas delas ficariam sem resposta.<br />
<br />
Nada desculpa as eventuais práticas dos Agentes agora detidos. Mas se toda a gente se debruça sobre o que leva um comum criminoso à pratica de crimes, também deve haver a coragem de quem tem responsabilidades neste país de analisar, a fundo, sem preconceitos o que leva uma parte ínfima e sem expressão de polícias também a praticá-los. <br />
<br />
Estou convicto, porque acredito incondicionalmente nos Polícias do meu País, que se for feita uma análise profunda ao sector legal e policial, estas situações tenderão a desaparecer. Para isso contribuiria: <br />
<br />
- Uma legislação capaz; <br />
- Juízes sem medo, rigorosos e preocupados com o todo da sociedade em detrimento do seu ego; <br />
- Uma selecção de candidatos a polícias criteriosa, Agentes com formação contínua, um acompanhamento efectuado continuamente por profissionais, boas condições de trabalho, proximidade das famílias e horários exequíveis.</div>
<br />
Concluindo, os culpados podem estar identificados, mas os responsáveis são muitos e não deve interessar muito a sua identificação.]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Actualizações de Segurança do Fórum]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=183</link>
			<pubDate>Wed, 11 May 2011 00:29:26 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=183</guid>
			<description><![CDATA[Caro membro conforme havia sido anunciado anteriormente <a href="http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=179" target="_blank">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=179</a> , o Fórum "Júlio Santos" irá sofrer várias actualizações de segurança.<br />
<br />
No decorrer dessas actualizações, o Fórum vai estar inacessível. <br />
Prometemos ser breves.<br />
Contudo enquanto estiver a decorrer esta actualização podem sempre aceder à página Pessoal <a href="http://www.juliosantos.net" target="_blank">http://www.juliosantos.net</a> , caso necessitem de alguma informação adicional.<br />
Contamos efectuar a actualização no decorrer da semana que vem. Entre 16 a 21 de Abril.<br />
<br />
Muito Obrigado pela vossa compreensão.<br />
<br />
Alexandre Pais<br />
Equipa de Suporte]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Caro membro conforme havia sido anunciado anteriormente <a href="http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=179" target="_blank">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=179</a> , o Fórum "Júlio Santos" irá sofrer várias actualizações de segurança.<br />
<br />
No decorrer dessas actualizações, o Fórum vai estar inacessível. <br />
Prometemos ser breves.<br />
Contudo enquanto estiver a decorrer esta actualização podem sempre aceder à página Pessoal <a href="http://www.juliosantos.net" target="_blank">http://www.juliosantos.net</a> , caso necessitem de alguma informação adicional.<br />
Contamos efectuar a actualização no decorrer da semana que vem. Entre 16 a 21 de Abril.<br />
<br />
Muito Obrigado pela vossa compreensão.<br />
<br />
Alexandre Pais<br />
Equipa de Suporte]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Polícia a mais…ou a menos?]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=181</link>
			<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 18:52:43 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=181</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A recente entrevista do Juiz Mário Mendes ao Expresso, depois de se ter demitido da função de super-polícia, veio confirmar o que se suspeitava: As forças policiais em Portugal são ingovernáveis como uma só.<br />
<br />
Uma das queixas do Juiz foi a falta de autoridade do cargo. Estamos de acordo com ele. Estaria na altura de acabar com essa função. Não faz sentido. É mais uma despesa para o Estado quando numa eventual situação grave o que faz o agora super-polícia podia fazer um Secretário de Estado ou mesmo o Ministro.<br />
<br />
Compreende-se que a PSP e a GNR não possam unir-se, do ponto de vista da segurança do país não fazia sentido. Importa que tenhamos uma polícia que não esteja sujeita às decisões sindicais.<br />
<br />
Já não se nos afigura despropositado que todas as polícias dependam do mesmo Ministério e, no caso, da Administração Interna. Embora este pudesse ter outra denominação.<br />
<br />
Também somos da opinião que as nossas forças policiais devem sofrer uma reestruturação. Temos corpos de polícia a mais, com policias a menos, mas crimes a mais.<br />
<br />
Neste período de crise e contenção de despesas e que são tão apregoadas reformas estruturais propomos a nossa para as polícias:<br />
<br />
- GNR com as actuais competências excepto a investigação criminal. Incorporava Polícia Marítima numa Unidade Marítima e as competências da actual UEP da PSP. Força Comandada por um oficial da GNR.<br />
<br />
- PSP com as actuais competências, sem a UEP que passava para a GNR e sem a investigação criminal assumia as funções do SEF e da ASAE. Comandada por um Oficial de Polícia.<br />
<br />
- Polícia de Investigação Criminal – Composta por investigadores da PJ e incorporava os elementos da investigação criminal ora existentes na PSP e GNR. Preferencialmente licenciados em áreas ligadas ao direito, sociologia e criminologia. Estes elementos constituiriam unidades colocadas nas esquadras e postos da GNR e teriam as competências de investigação da actual PJ. Seriam comandados por um Investigador de carreira e a sua acção, como a PJ, sancionada por um Magistrado do MP.<br />
<br />
- A Polícia de Unidades de Marinha seria extinta. Os elementos incorporavam a GNR na Unidade Marítima.<br />
<br />
- As Polícias Aérea/Exército/Naval incorporadas numa só na dependência do EMGFA.<br />
<br />
- Todas as Agências de recolha de informações civis e militares unidas numa só, na dependência da Assembleia da Republica.<br />
<br />
Claro que este plano, no actual panorama das “quintas”, é utópico, até lunático para alguns. Mas para aqueles que realmente pensam nas polícias como forças de combate ao crime e estão preocupados com as finanças do Estado pode muito bem ser um ponto de partida para se reflectir sobre o assunto.  </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A recente entrevista do Juiz Mário Mendes ao Expresso, depois de se ter demitido da função de super-polícia, veio confirmar o que se suspeitava: As forças policiais em Portugal são ingovernáveis como uma só.<br />
<br />
Uma das queixas do Juiz foi a falta de autoridade do cargo. Estamos de acordo com ele. Estaria na altura de acabar com essa função. Não faz sentido. É mais uma despesa para o Estado quando numa eventual situação grave o que faz o agora super-polícia podia fazer um Secretário de Estado ou mesmo o Ministro.<br />
<br />
Compreende-se que a PSP e a GNR não possam unir-se, do ponto de vista da segurança do país não fazia sentido. Importa que tenhamos uma polícia que não esteja sujeita às decisões sindicais.<br />
<br />
Já não se nos afigura despropositado que todas as polícias dependam do mesmo Ministério e, no caso, da Administração Interna. Embora este pudesse ter outra denominação.<br />
<br />
Também somos da opinião que as nossas forças policiais devem sofrer uma reestruturação. Temos corpos de polícia a mais, com policias a menos, mas crimes a mais.<br />
<br />
Neste período de crise e contenção de despesas e que são tão apregoadas reformas estruturais propomos a nossa para as polícias:<br />
<br />
- GNR com as actuais competências excepto a investigação criminal. Incorporava Polícia Marítima numa Unidade Marítima e as competências da actual UEP da PSP. Força Comandada por um oficial da GNR.<br />
<br />
- PSP com as actuais competências, sem a UEP que passava para a GNR e sem a investigação criminal assumia as funções do SEF e da ASAE. Comandada por um Oficial de Polícia.<br />
<br />
- Polícia de Investigação Criminal – Composta por investigadores da PJ e incorporava os elementos da investigação criminal ora existentes na PSP e GNR. Preferencialmente licenciados em áreas ligadas ao direito, sociologia e criminologia. Estes elementos constituiriam unidades colocadas nas esquadras e postos da GNR e teriam as competências de investigação da actual PJ. Seriam comandados por um Investigador de carreira e a sua acção, como a PJ, sancionada por um Magistrado do MP.<br />
<br />
- A Polícia de Unidades de Marinha seria extinta. Os elementos incorporavam a GNR na Unidade Marítima.<br />
<br />
- As Polícias Aérea/Exército/Naval incorporadas numa só na dependência do EMGFA.<br />
<br />
- Todas as Agências de recolha de informações civis e militares unidas numa só, na dependência da Assembleia da Republica.<br />
<br />
Claro que este plano, no actual panorama das “quintas”, é utópico, até lunático para alguns. Mas para aqueles que realmente pensam nas polícias como forças de combate ao crime e estão preocupados com as finanças do Estado pode muito bem ser um ponto de partida para se reflectir sobre o assunto.  </div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O CFTV e o Sismo no Japão]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=180</link>
			<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 17:56:32 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=180</guid>
			<description><![CDATA[<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=7" target="_blank">sismo.jpg</a> (Tamanho: 4.93 KB / Downloads: 2)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><div style="text-align: justify;">Muitas são as vozes que se levantam sempre que existe a possibilidade de virem a ser instalados Sistemas Fechados de Televigilância, vulgo câmaras de segurança, na via pública.<br />
<br />
A nossa legislação é muito rígida e daí muito contornada. Mais de 60% dos sistemas instalados que cobrem espaços públicos não estão legalizados. <br />
<br />
A sua instalação sem autorização parece não incomodar ninguém. Porém se a instalação é anunciada e iniciado o processo de licenciamento desencadeia-se uma contestação que por vezes conduz ao embargo da colocação das câmaras.<br />
<br />
O sismo do Japão veio mostrar a importância destes sistemas fora do seu âmbito originário. O CFTV é um sistema vulgarmente conotado com a vertente security da segurança (protecção de crimes contra a sociedade), mas provou ser um excelente auxiliar no durante e no após uma catástrofe natural daquelas dimensões.<br />
<br />
Devido aos muitos sistemas de CFTV instalados em diversos locais atingidos pelo sismo e tsunami pudemos assistir, com a curiosidade jornalística, não só ao evoluir da situação, como estes sistemas também se tornaram um meio muito valioso para análise do após acontecimento.<br />
<br />
Das imagens recolhidas vão decerto os Japoneses retirar aprendizagens para se proteger no futuro. <br />
<br />
O óptimo seria que em Portugal, devido ao risco conhecido nesta matéria, também os técnicos e especialistas efectuassem um visionamento de todas as imagens recolhidas e daí partissem para um estudo mais aprofundado do que fazer no antes, durante e após uma catástrofe desta natureza.<br />
<br />
Para além das conclusões que possam vir a ser retiradas pelos técnicos de protecção civil e responsáveis de segurança das empresas, seria importante discutir-se de uma forma franca e despretensiosa a importância dos sistemas de televigilância na sociedade actual.<br />
<br />
Uma discussão séria decerto conduziria à tão necessária alteração da Lei</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=7" target="_blank">sismo.jpg</a> (Tamanho: 4.93 KB / Downloads: 2)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><div style="text-align: justify;">Muitas são as vozes que se levantam sempre que existe a possibilidade de virem a ser instalados Sistemas Fechados de Televigilância, vulgo câmaras de segurança, na via pública.<br />
<br />
A nossa legislação é muito rígida e daí muito contornada. Mais de 60% dos sistemas instalados que cobrem espaços públicos não estão legalizados. <br />
<br />
A sua instalação sem autorização parece não incomodar ninguém. Porém se a instalação é anunciada e iniciado o processo de licenciamento desencadeia-se uma contestação que por vezes conduz ao embargo da colocação das câmaras.<br />
<br />
O sismo do Japão veio mostrar a importância destes sistemas fora do seu âmbito originário. O CFTV é um sistema vulgarmente conotado com a vertente security da segurança (protecção de crimes contra a sociedade), mas provou ser um excelente auxiliar no durante e no após uma catástrofe natural daquelas dimensões.<br />
<br />
Devido aos muitos sistemas de CFTV instalados em diversos locais atingidos pelo sismo e tsunami pudemos assistir, com a curiosidade jornalística, não só ao evoluir da situação, como estes sistemas também se tornaram um meio muito valioso para análise do após acontecimento.<br />
<br />
Das imagens recolhidas vão decerto os Japoneses retirar aprendizagens para se proteger no futuro. <br />
<br />
O óptimo seria que em Portugal, devido ao risco conhecido nesta matéria, também os técnicos e especialistas efectuassem um visionamento de todas as imagens recolhidas e daí partissem para um estudo mais aprofundado do que fazer no antes, durante e após uma catástrofe desta natureza.<br />
<br />
Para além das conclusões que possam vir a ser retiradas pelos técnicos de protecção civil e responsáveis de segurança das empresas, seria importante discutir-se de uma forma franca e despretensiosa a importância dos sistemas de televigilância na sociedade actual.<br />
<br />
Uma discussão séria decerto conduziria à tão necessária alteração da Lei</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Actualização do Fórum para breve]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=179</link>
			<pubDate>Fri, 18 Mar 2011 10:14:39 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=179</guid>
			<description><![CDATA[Olá a todos<br />
<br />
Brevemente o Fórum terá de sofrer algumas actualizações, devido à sua versão já se encontrar um pouco desactualizada.<br />
A nova versão irá corrigir algumas falhas de segurança, assim como  implementar um melhor dinamismo ao Fórum.<br />
Ainda não existe data confirmada para a referida Actualização.<br />
Quando esta ocorrer, o Fórum irá estar inacessível, esperemos nós por pouco tempo. no entanto poderão continuar a aceder à Página Principal <a href="http://www.juliosantos.net" target="_blank">http://www.juliosantos.net</a>.<br />
Se tudo decorrer como previsto, esta Actualização irá demorar cerca de 30 minutos. Na pior das hipóteses, se algo correr mal, pode chegar até às 2 horas sensivelmente. <br />
Uma semana antes, e no dia da Actualização, o Administrador ou eu irá enviar um aviso por E-Mail, para que possam estar ao corrente da situação.<br />
<br />
Até lá, bons "<span style="font-style: italic;">posts</span>"<br />
<br />
Aguardem então.<br />
<br />
Obrigado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Olá a todos<br />
<br />
Brevemente o Fórum terá de sofrer algumas actualizações, devido à sua versão já se encontrar um pouco desactualizada.<br />
A nova versão irá corrigir algumas falhas de segurança, assim como  implementar um melhor dinamismo ao Fórum.<br />
Ainda não existe data confirmada para a referida Actualização.<br />
Quando esta ocorrer, o Fórum irá estar inacessível, esperemos nós por pouco tempo. no entanto poderão continuar a aceder à Página Principal <a href="http://www.juliosantos.net" target="_blank">http://www.juliosantos.net</a>.<br />
Se tudo decorrer como previsto, esta Actualização irá demorar cerca de 30 minutos. Na pior das hipóteses, se algo correr mal, pode chegar até às 2 horas sensivelmente. <br />
Uma semana antes, e no dia da Actualização, o Administrador ou eu irá enviar um aviso por E-Mail, para que possam estar ao corrente da situação.<br />
<br />
Até lá, bons "<span style="font-style: italic;">posts</span>"<br />
<br />
Aguardem então.<br />
<br />
Obrigado]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[O Ouro e os Bandidos]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=178</link>
			<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 15:29:29 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=178</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Pode ser especulação estabelecer uma relação causa efeito entre os assaltos diários a ourivesarias e a proliferação de lojas de compra de ouro à peça em Portugal.<br />
<br />
Este tipo de lojas cresce nas grandes cidades do país, tal abutres a alimentar-se da ruína das economias familiares dos portugueses. Muito delas amealhadas ao longo dos anos, transformadas em ouro, quando este estava a preços razoáveis e o crédito (especialmente o dos cartões) não era correctamente contabilizado no orçamento familiar mensal.<br />
<br />
Decerto, duas coisas vão acontecer: um dia deixará de haver ouro com abundância nestas condições para vender, no caso comprar pois os portugueses já pouco mais terão que os dedos; as ourivesarias, com tantos assaltos, também tendem a precaver-se mais e/ou fechar os seus negócios.<br />
<br />
Um cenário previsível é estas lojas tornarem-se em alvos apetecíveis dos agora assaltantes de ourivesarias fechando assim um ciclo de: rouba, vende, rouba.<br />
 <br />
Entretanto, quer portugueses em dificuldades económicas, quer comerciantes há anos no mercado, vão ficar sem o seu ouro e sabe-lo derretido e transformado em barras que serão compradas por investidores que possuem verbas disponíveis conseguidas vá-se lá saber como.<br />
<br />
Importa referir que nos últimos 10 anos o ouro valorizou 500% esta é a forte razão pela qual os lavadores de dinheiro se tornam potenciais compradores de ouro proveniente destas casas de compra de ouro a 2/3 abaixo do valor de mercado.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Pode ser especulação estabelecer uma relação causa efeito entre os assaltos diários a ourivesarias e a proliferação de lojas de compra de ouro à peça em Portugal.<br />
<br />
Este tipo de lojas cresce nas grandes cidades do país, tal abutres a alimentar-se da ruína das economias familiares dos portugueses. Muito delas amealhadas ao longo dos anos, transformadas em ouro, quando este estava a preços razoáveis e o crédito (especialmente o dos cartões) não era correctamente contabilizado no orçamento familiar mensal.<br />
<br />
Decerto, duas coisas vão acontecer: um dia deixará de haver ouro com abundância nestas condições para vender, no caso comprar pois os portugueses já pouco mais terão que os dedos; as ourivesarias, com tantos assaltos, também tendem a precaver-se mais e/ou fechar os seus negócios.<br />
<br />
Um cenário previsível é estas lojas tornarem-se em alvos apetecíveis dos agora assaltantes de ourivesarias fechando assim um ciclo de: rouba, vende, rouba.<br />
 <br />
Entretanto, quer portugueses em dificuldades económicas, quer comerciantes há anos no mercado, vão ficar sem o seu ouro e sabe-lo derretido e transformado em barras que serão compradas por investidores que possuem verbas disponíveis conseguidas vá-se lá saber como.<br />
<br />
Importa referir que nos últimos 10 anos o ouro valorizou 500% esta é a forte razão pela qual os lavadores de dinheiro se tornam potenciais compradores de ouro proveniente destas casas de compra de ouro a 2/3 abaixo do valor de mercado.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A PSP e as polémicas]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=177</link>
			<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 16:58:58 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=177</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A PSP anda nas bocas do mundo. Seja por causa dos carros que supostamente se destinavam à segurança da cimeira da NATO, seja por causa da passagem da competência da fiscalização do trânsito em Lisboa e Porto para as Policias Municipais.<br />
<br />
As viaturas não fizeram falta nenhuma para a cimeira, é um facto. Estou certo que se houvesse necessidade de um meio desse género ter-se-ia recorrido às viaturas da GNR. Não acredito que a teimosia e o orgulho fossem ao ponto de não as usar se realmente fossem mesmo necessárias.<br />
<br />
Para além das viaturas, a PSP pretendeu ou adquiriu (ainda não consegui perceber) equipamento electrónico de vigilância. A fazer fé no comunicado dos Oficiais da GNR este só pode ser utilizado com aval de um magistrado, assim levanta-se a questão: qual é a origem da dúvida dos Oficiais da GNR? Será que têm igual e utilizam-no à revelia dos Magistrados e agora têm receio que a PSP faça o mesmo? Não têm equipamento desse, mas gostavam de ter e já tinham utilidade para ele à revelia dos Magistrados? Quem souber que responda.<br />
<br />
No que respeita ao trânsito nas principais cidades do País, que me desculpem os profissionais da PSP, mas falharam redondamente, basta circular uma hora por qualquer das cidades e encontram-se para cima de 100 infracções de trânsito a grande maioria no estacionamento.<br />
Um dia, tive oportunidade de estar na presença do 2.º comandante da PSP Trânsito de Lisboa, deixei-lhe uma sugestão para amenizar esse flagelo. Um investimento baixo quando comparado com o resultado e que potenciava, em muito o desempenho dos Agentes.<br />
 <br />
Bastava instalar em viaturas pequenas, só com um Agente, ou nas motorizadas, uma câmara com transmissão via rádio para uma central. À passagem da viatura policial, a infracção era fotografada e nesse dia, ou no dia seguinte, o condutor responsável tinha na sua posse a ordem de pagamento de uma multa que iria subindo consoante a reincidência. Resultava que em vez de um carro, a gasóleo, com dois elementos que muitas das vezes nem têm condições de parar, passava a um carro/ um agente e a prova era efectuada pela câmara em poucos segundos de paragem.<br />
<br />
Seja porque motivo for, falta de meios, de ideias e/ou iniciativas, o facto é que a PSP falhou redondamente no que diz respeito ao trânsito nas grandes cidades. Porque não experimentar a Polícia Municipal? Afinal, nos casos de Lisboa e Porto, também são agentes da PSP. Sendo as edilidades principais interessadas em resolver o assunto, pode ser que haja uma melhoria nesta matéria.</div><br /><!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=6" target="_blank">sinal.jpg</a> (Tamanho: 8.82 KB / Downloads: 0)
<!-- end: postbit_attachments_attachment -->]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">A PSP anda nas bocas do mundo. Seja por causa dos carros que supostamente se destinavam à segurança da cimeira da NATO, seja por causa da passagem da competência da fiscalização do trânsito em Lisboa e Porto para as Policias Municipais.<br />
<br />
As viaturas não fizeram falta nenhuma para a cimeira, é um facto. Estou certo que se houvesse necessidade de um meio desse género ter-se-ia recorrido às viaturas da GNR. Não acredito que a teimosia e o orgulho fossem ao ponto de não as usar se realmente fossem mesmo necessárias.<br />
<br />
Para além das viaturas, a PSP pretendeu ou adquiriu (ainda não consegui perceber) equipamento electrónico de vigilância. A fazer fé no comunicado dos Oficiais da GNR este só pode ser utilizado com aval de um magistrado, assim levanta-se a questão: qual é a origem da dúvida dos Oficiais da GNR? Será que têm igual e utilizam-no à revelia dos Magistrados e agora têm receio que a PSP faça o mesmo? Não têm equipamento desse, mas gostavam de ter e já tinham utilidade para ele à revelia dos Magistrados? Quem souber que responda.<br />
<br />
No que respeita ao trânsito nas principais cidades do País, que me desculpem os profissionais da PSP, mas falharam redondamente, basta circular uma hora por qualquer das cidades e encontram-se para cima de 100 infracções de trânsito a grande maioria no estacionamento.<br />
Um dia, tive oportunidade de estar na presença do 2.º comandante da PSP Trânsito de Lisboa, deixei-lhe uma sugestão para amenizar esse flagelo. Um investimento baixo quando comparado com o resultado e que potenciava, em muito o desempenho dos Agentes.<br />
 <br />
Bastava instalar em viaturas pequenas, só com um Agente, ou nas motorizadas, uma câmara com transmissão via rádio para uma central. À passagem da viatura policial, a infracção era fotografada e nesse dia, ou no dia seguinte, o condutor responsável tinha na sua posse a ordem de pagamento de uma multa que iria subindo consoante a reincidência. Resultava que em vez de um carro, a gasóleo, com dois elementos que muitas das vezes nem têm condições de parar, passava a um carro/ um agente e a prova era efectuada pela câmara em poucos segundos de paragem.<br />
<br />
Seja porque motivo for, falta de meios, de ideias e/ou iniciativas, o facto é que a PSP falhou redondamente no que diz respeito ao trânsito nas grandes cidades. Porque não experimentar a Polícia Municipal? Afinal, nos casos de Lisboa e Porto, também são agentes da PSP. Sendo as edilidades principais interessadas em resolver o assunto, pode ser que haja uma melhoria nesta matéria.</div><br /><!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=6" target="_blank">sinal.jpg</a> (Tamanho: 8.82 KB / Downloads: 0)
<!-- end: postbit_attachments_attachment -->]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Agradecimento]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=176</link>
			<pubDate>Sun, 21 Nov 2010 16:25:30 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=176</guid>
			<description><![CDATA[<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=5" target="_blank">nato.jpg</a> (Tamanho: 3.02 KB / Downloads: 0)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><div style="text-align: justify;">Este texto foi enviado à Direcção Nacional da PSP com conhecimento ao Ministério da Administração Interna, 1.ª Divisão de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia dos Anjos, Associações socioprofissionais e Sindicatos de Polícia.<br />
<br />
Meus Senhores<br />
Como cidadão português gostaria de utilizar esta forma para dar os parabéns e agradecer a todos os Agentes da Autoridade envolvidos na operação de segurança da cimeira da NATO ocorrida nos dias 19 e 20 de Novembro de 2010, na FIL, em Lisboa.<br />
<br />
É claro que apesar de outras forças de segurança terem estado envolvidas este reconhecimento e agradecimento é em geral para a PSP e em particular para a PSP de Lisboa e a Unidade Especial de Polícia.<br />
<br />
Fizeram um excelente trabalho preventivo e de dissuasão que redundou no magnífico resultado de ser a primeira cimeira da NATO no mundo em que, ao que creio saber, não se registaram distúrbios.<br />
<br />
Esta acção policial de prevenção e acção elevou, em muito, o nível de exigência que a partir de agora os cidadãos vão ter para com a sua Polícia de Segurança Pública. Ainda para mais com a expressão mundial que teve através dos inúmeros meios de comunicação social estrangeiros presentes.<br />
<br />
A partir de agora não posso aceitar que o Comandante da 1.ª Divisão, responsável pela acção da PSP onde resido responda que:<br />
<span style="font-weight: bold;"> - Não tem meios técnicos e humanos para reduzir o sentimento de insegurança que se vive no centro da cidade de Lisboa, mais propriamente nos Anjos e arredores;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Não haver viaturas. Não posso aceitar que ao fim-de-semana, durante o dia, exista apenas uma viatura adstrita à esquadra do Terreiro do Paço para ocorrer às solicitações;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Não ter mais pessoal para dotar a 6.ª Esquadra da Mouraria de efectivos adequados aos riscos e vulnerabilidades da zona de intervenção (mais que dois Agentes).</span><br />
<br />
Como cidadão, depois de uma operação desta envergadura com este sucesso, mesmo com apoio de elementos de fora de Lisboa, não vou aceitar que na zona onde resido:<br />
<span style="font-weight: bold;">- Existam pessoas baleadas na linha de Metro que serve esta zona apenas porque não existe policiamento;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Sejam pessoas assassinadas a murro apenas por passar na rua na hora errada, no local errado, apenas porque os frequentadores dos bares do Intendente acham que podem fazer o quiserem porque não existe policiamento;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- A droga seja traficada e consumida em frente às crianças apenas porque não há policiamento.</span><br />
<br />
Depois de uma operação desta envergadura com o envolvimento do SEF e da Brigada Fiscal da GNR, não posso aceitar que na zona onde resido:<br />
<span style="font-weight: bold;">- Se vendam produtos contra feitos armazenados num centro comercial sem segurança alguma contra-incêndios;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Que proliferem por esta zona, garantidamente, a maior quantidade de cidadãos ilegais do país por m2;</span><br />
<br />
Depois de ver a acção da PSP sobre pessoas deitadas no chão, a sujarem as ruas e protestarem silenciosas, sinto-me no direito de exigir mesmo comportamento da PSP sobre:<br />
<span style="font-weight: bold;">- Os bêbados que se espalham deitados nos passeios da Almirante Reis e Rua da Palma depois de consumirem imenso álcool nos bares do Intendente;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Os comerciantes de origem Árabe da Rua do Bem Formoso que deitam para a via pública os despojos e lixos produzidos pelas suas lojas (a maior parte delas com largas fugas aos impostos);</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- As prostitutas desta zona (maior parte delas de origem na África francófona e sem documentos) até desaparecerem pois, silenciosas, dão prazer a um conjunto de desalinhados sociais.</span><br />
<br />
Espero que este agradecimento, sentido, também sirva para alertar os Comandos da PSP para as condições em que alguns dos seus Agentes colocados em Lisboa têm para viver. Para terminar, deixo esta questão: <span style="font-weight: bold;">não valia mais terem investido numa “vila” para os Agentes colocados na grande Lisboa habitarem, em detrimento das viaturas (blindadas – anti-balísticas) que não chegaram?</div></span><br />
Bem Hajam a todos]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<!-- start: postbit_attachments_attachment -->
<br /><img src="images/attachtypes/image.gif" border="0" alt=".jpg" />&nbsp;&nbsp;<a href="attachment.php?aid=5" target="_blank">nato.jpg</a> (Tamanho: 3.02 KB / Downloads: 0)
<!-- end: postbit_attachments_attachment --><div style="text-align: justify;">Este texto foi enviado à Direcção Nacional da PSP com conhecimento ao Ministério da Administração Interna, 1.ª Divisão de Lisboa, Câmara Municipal de Lisboa, Junta de Freguesia dos Anjos, Associações socioprofissionais e Sindicatos de Polícia.<br />
<br />
Meus Senhores<br />
Como cidadão português gostaria de utilizar esta forma para dar os parabéns e agradecer a todos os Agentes da Autoridade envolvidos na operação de segurança da cimeira da NATO ocorrida nos dias 19 e 20 de Novembro de 2010, na FIL, em Lisboa.<br />
<br />
É claro que apesar de outras forças de segurança terem estado envolvidas este reconhecimento e agradecimento é em geral para a PSP e em particular para a PSP de Lisboa e a Unidade Especial de Polícia.<br />
<br />
Fizeram um excelente trabalho preventivo e de dissuasão que redundou no magnífico resultado de ser a primeira cimeira da NATO no mundo em que, ao que creio saber, não se registaram distúrbios.<br />
<br />
Esta acção policial de prevenção e acção elevou, em muito, o nível de exigência que a partir de agora os cidadãos vão ter para com a sua Polícia de Segurança Pública. Ainda para mais com a expressão mundial que teve através dos inúmeros meios de comunicação social estrangeiros presentes.<br />
<br />
A partir de agora não posso aceitar que o Comandante da 1.ª Divisão, responsável pela acção da PSP onde resido responda que:<br />
<span style="font-weight: bold;"> - Não tem meios técnicos e humanos para reduzir o sentimento de insegurança que se vive no centro da cidade de Lisboa, mais propriamente nos Anjos e arredores;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Não haver viaturas. Não posso aceitar que ao fim-de-semana, durante o dia, exista apenas uma viatura adstrita à esquadra do Terreiro do Paço para ocorrer às solicitações;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Não ter mais pessoal para dotar a 6.ª Esquadra da Mouraria de efectivos adequados aos riscos e vulnerabilidades da zona de intervenção (mais que dois Agentes).</span><br />
<br />
Como cidadão, depois de uma operação desta envergadura com este sucesso, mesmo com apoio de elementos de fora de Lisboa, não vou aceitar que na zona onde resido:<br />
<span style="font-weight: bold;">- Existam pessoas baleadas na linha de Metro que serve esta zona apenas porque não existe policiamento;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Sejam pessoas assassinadas a murro apenas por passar na rua na hora errada, no local errado, apenas porque os frequentadores dos bares do Intendente acham que podem fazer o quiserem porque não existe policiamento;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- A droga seja traficada e consumida em frente às crianças apenas porque não há policiamento.</span><br />
<br />
Depois de uma operação desta envergadura com o envolvimento do SEF e da Brigada Fiscal da GNR, não posso aceitar que na zona onde resido:<br />
<span style="font-weight: bold;">- Se vendam produtos contra feitos armazenados num centro comercial sem segurança alguma contra-incêndios;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Que proliferem por esta zona, garantidamente, a maior quantidade de cidadãos ilegais do país por m2;</span><br />
<br />
Depois de ver a acção da PSP sobre pessoas deitadas no chão, a sujarem as ruas e protestarem silenciosas, sinto-me no direito de exigir mesmo comportamento da PSP sobre:<br />
<span style="font-weight: bold;">- Os bêbados que se espalham deitados nos passeios da Almirante Reis e Rua da Palma depois de consumirem imenso álcool nos bares do Intendente;</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- Os comerciantes de origem Árabe da Rua do Bem Formoso que deitam para a via pública os despojos e lixos produzidos pelas suas lojas (a maior parte delas com largas fugas aos impostos);</span><br />
<span style="font-weight: bold;">- As prostitutas desta zona (maior parte delas de origem na África francófona e sem documentos) até desaparecerem pois, silenciosas, dão prazer a um conjunto de desalinhados sociais.</span><br />
<br />
Espero que este agradecimento, sentido, também sirva para alertar os Comandos da PSP para as condições em que alguns dos seus Agentes colocados em Lisboa têm para viver. Para terminar, deixo esta questão: <span style="font-weight: bold;">não valia mais terem investido numa “vila” para os Agentes colocados na grande Lisboa habitarem, em detrimento das viaturas (blindadas – anti-balísticas) que não chegaram?</div></span><br />
Bem Hajam a todos]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cimeira da Nato - O brinquedo é meu!]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=173</link>
			<pubDate>Wed, 17 Nov 2010 00:06:15 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=173</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Escrevo este texto antes da realização da Cimeira, correndo assim o risco que se corre quando expressamos opiniões antecipadamente. Mas como a minha pretensão é reflectir sobre o assunto não tanto analisar actuações é um risco assumido.<br />
<br />
Desde que se começou a falar sobre a cimeira da NATO de Lisboa em Novembro de 2010, e das suas implicações na segurança da cidade e até do país que a PSP assumiu a visibilidade relativa à responsabilidade da operação.<br />
<br />
Esta operação, como outras também de larga escala, não se livrou de polémicas. Das quais destacamos: a compra de viaturas blindadas extremamente caras, mas que se suspeita não chegam a tempo, outras também excessivamente dispendiosas para transportar convidados do Estado quando as finanças do país estão no estado que sabemos, houve os Agentes que através de um dos seus sindicatos anunciaram uma greve e não nos podemos esquecer dos custos elevadíssimos, desproporcionais e desadequados para os tempos que correm de toda a organização do evento. Porém, não é esse o tipo de abordagem que pretendo fazer.<br />
<br />
Gostaria mais de ponderar sobre qual a força que deveria assumir esta operação. Na minha modesta opinião deveria ter sido a Protecção Civil Nacional.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Louco!</span> Dirão aqueles que concebem as leis de segurança do nosso país. <span style="font-weight: bold;">Mas louco porquê?</span> Pergunto eu.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Se tivermos em consideração que esta operação envolve todos aqueles que estão identificados como agentes de Protecção Civil (quando esta actua no actual quadro das suas competências) porque não ser a Protecção Civil a assumir o controlo de toda a operação?</span><br />
<br />
A questão está em que a sua Lei orgânica da Protecção Civil não permite, mas deveria permitir. Deveria estar perfeitamente adequada a coordenar também este tipo de operações. A composição do seu comando deveria ser adequada à situação em presença e não tanto “aquele” comando para um conjunto de situações pré-definidas.<br />
 <br />
Isso evitava respostas como as dadas pelo responsável pelo SEF aos <span style="font-style: italic;">media</span>: “…<span style="font-style: italic;">não revistamos o conteúdo das bagagens, porque isso é competência da GNR, nós só temos competência para analisar os documentos e os habitáculos das viaturas, cargas não podemos</span>…” então e se a ameaça vier escondida num contentor?...Pois!?<br />
<br />
Este tipo de situações de perfeita identificação das “quintas” (bem vedadas) pode colocar em risco toda uma operação, porquê? Porque a responsabilidade é de uma Polícia do mesmo nível, ora se estivéssemos num quadro de actuação da Protecção civil (se a Lei o permitisse) todos fariam tudo, ou pelo menos um Comando mais elevado colocaria fim a algumas barreiras das “quintas”.<br />
<br />
Percebe-se a ânsia de protagonismo, no caso da PSP se tudo correr bem ficam bem vistos e lá deixa de se falar durante um período de tempo das condições de trabalho dos Agentes. No caso de algo correr menos bem existe sempre a desculpa: “<span style="font-style: italic;">As viaturas blindadas não chegaram a tempo</span>”, pergunto: porque não aceitaram a oferta da GNR?<br />
<br />
Esta demarcação de terreno de actuação caía por terra se tudo fosse coordenado pela Protecção Civil Nacional.<br />
<br />
Desejo francamente uma operação de segurança sem incidentes graves para bem de todos nós.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Escrevo este texto antes da realização da Cimeira, correndo assim o risco que se corre quando expressamos opiniões antecipadamente. Mas como a minha pretensão é reflectir sobre o assunto não tanto analisar actuações é um risco assumido.<br />
<br />
Desde que se começou a falar sobre a cimeira da NATO de Lisboa em Novembro de 2010, e das suas implicações na segurança da cidade e até do país que a PSP assumiu a visibilidade relativa à responsabilidade da operação.<br />
<br />
Esta operação, como outras também de larga escala, não se livrou de polémicas. Das quais destacamos: a compra de viaturas blindadas extremamente caras, mas que se suspeita não chegam a tempo, outras também excessivamente dispendiosas para transportar convidados do Estado quando as finanças do país estão no estado que sabemos, houve os Agentes que através de um dos seus sindicatos anunciaram uma greve e não nos podemos esquecer dos custos elevadíssimos, desproporcionais e desadequados para os tempos que correm de toda a organização do evento. Porém, não é esse o tipo de abordagem que pretendo fazer.<br />
<br />
Gostaria mais de ponderar sobre qual a força que deveria assumir esta operação. Na minha modesta opinião deveria ter sido a Protecção Civil Nacional.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Louco!</span> Dirão aqueles que concebem as leis de segurança do nosso país. <span style="font-weight: bold;">Mas louco porquê?</span> Pergunto eu.<br />
<br />
<span style="font-weight: bold;">Se tivermos em consideração que esta operação envolve todos aqueles que estão identificados como agentes de Protecção Civil (quando esta actua no actual quadro das suas competências) porque não ser a Protecção Civil a assumir o controlo de toda a operação?</span><br />
<br />
A questão está em que a sua Lei orgânica da Protecção Civil não permite, mas deveria permitir. Deveria estar perfeitamente adequada a coordenar também este tipo de operações. A composição do seu comando deveria ser adequada à situação em presença e não tanto “aquele” comando para um conjunto de situações pré-definidas.<br />
 <br />
Isso evitava respostas como as dadas pelo responsável pelo SEF aos <span style="font-style: italic;">media</span>: “…<span style="font-style: italic;">não revistamos o conteúdo das bagagens, porque isso é competência da GNR, nós só temos competência para analisar os documentos e os habitáculos das viaturas, cargas não podemos</span>…” então e se a ameaça vier escondida num contentor?...Pois!?<br />
<br />
Este tipo de situações de perfeita identificação das “quintas” (bem vedadas) pode colocar em risco toda uma operação, porquê? Porque a responsabilidade é de uma Polícia do mesmo nível, ora se estivéssemos num quadro de actuação da Protecção civil (se a Lei o permitisse) todos fariam tudo, ou pelo menos um Comando mais elevado colocaria fim a algumas barreiras das “quintas”.<br />
<br />
Percebe-se a ânsia de protagonismo, no caso da PSP se tudo correr bem ficam bem vistos e lá deixa de se falar durante um período de tempo das condições de trabalho dos Agentes. No caso de algo correr menos bem existe sempre a desculpa: “<span style="font-style: italic;">As viaturas blindadas não chegaram a tempo</span>”, pergunto: porque não aceitaram a oferta da GNR?<br />
<br />
Esta demarcação de terreno de actuação caía por terra se tudo fosse coordenado pela Protecção Civil Nacional.<br />
<br />
Desejo francamente uma operação de segurança sem incidentes graves para bem de todos nós.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Sentimentos de Insegurança]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=172</link>
			<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 18:23:45 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=172</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Sou leitor assíduo da revista “Sábado” que por acaso sai à quinta-feira. Não a leio exactamente pela ordem de publicação, mas pela ordem que está arrumada na minha segunda sala de leitura. Por isso acontece estar a ler revistas publicadas há uns meses atrás, mas como a maioria dos seus artigos são intemporais creio ser pouco importante quando são lidos.<br />
<br />
Foi o que aconteceu um destes dias, estive a ler a revista da semana de 22 a 28 de Julho de 2010. Nessa publicação três artigos apelaram à minha atenção. Até porque um deles está associado, na génese, a uma situação de sentimento de insegurança a ocorrer na margem sul.<br />
<br />
O Primeiro, fica-se por um pequeno texto e uma grande foto bem elucidativa dos motins levados a cabo em França por jovens delinquentes com o pretexto de vingarem a morte de um outro morto na sequência de uma perseguição policial após um assalto. Situação da qual não estamos livres de poder vir a assistir em Portugal.<br />
<br />
Outro texto mostrava a falta de respeito dos políticos pelas nossas <span style="font-weight: bold;">“Secretas”, </span>particularmente do Governo que tem a competência de nomear as suas chefias.<br />
<br />
Neste artigo era apontada a nomeação de uma senhora, ex assessora do grupo parlamentar do PS, que passou do nível mais baixo da função pública, directamente para um dos mais altos e ainda por cima num sector tão sensível como o da espionagem. Sensível para aqueles que como eu privilegiam a recolha de informação com o objectivo da segurança do país, não tanto daqueles que privilegiam a colheita de informação em defesa do poder instituído e como forma de manter o <span style="font-style: italic;">status quo</span>. <br />
<br />
Esta é mais uma das muitas situações que não deveriam acontecer, mas amiúde se passam ao nível da Segurança em Portugal que, como sabemos, é dominada por um grupo de pessoas, mais ou menos discretas, que sabe muito bem o quão é importante deter e controlar a informação e segurança a todos os níveis e em todos os sectores.<br />
<br />
O terceiro artigo a chamar a minha atenção foi o da <span style="font-weight: bold;">partilha dos táxis</span>, situação comum em muitos países, quer por uma questão de poupança monetária, quer por uma questão ambiental, mas prática difícil, senão impossível, de implementar em Portugal.<br />
<br />
Em minha opinião a partilha de táxis por pessoas que não se conhecem está muito associada à insegurança latente nas nossas urbes. Na partilha de um táxi a última pessoa a entrar tem receio de vir a ser alvo de algum tipo de ataque pelo cliente que já lá está.<br />
<br />
Para este sentimento de insegurança contribui e muito as constantes notícias de sucessivos ataques aos utentes dos transportes públicos. Vide o que sucede amiúde no “metro” da margem sul, especialmente na zona do Pragal, mas que não é devidamente combatido por parte das autoridades, segundo uma das responsáveis locais da PSP, pela simples razão: “…<span style="font-style: italic;">a criminalidade no concelho reduziu 4%</span>...”. <br />
<br />
Será que alguém explica a esta Oficial da PSP que possivelmente reduziu porque as pessoas desacreditaram nas Polícias e nos Tribunais? Será que reduziu porque as pessoas não se sentindo apoiadas pela sua Policia têm receio de represálias por parte dos meliantes? Será que reduziu porque a Senhora Oficial leu um relatório onde não estão inscritos todos os crimes (vulgar acontecer, como o que acontece com os dados, quase sempre “<span style="font-style: italic;">trabalhados</span>”, dos Relatórios de Segurança Interna).<br />
<br />
A insegurança vai continuar a estar presente enquanto alguns oficiais e responsáveis pela segurança entenderem dar primazia aos discursos políticos (do não se passa nada está tudo bem!), para agradarem ao poder instalado, em detrimento de combater as realidades criminais que estão à vista de todos menos de alguns responsáveis pela segurança pública, mais preocupados com a segurança “pessoal” deles próprios.  </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Sou leitor assíduo da revista “Sábado” que por acaso sai à quinta-feira. Não a leio exactamente pela ordem de publicação, mas pela ordem que está arrumada na minha segunda sala de leitura. Por isso acontece estar a ler revistas publicadas há uns meses atrás, mas como a maioria dos seus artigos são intemporais creio ser pouco importante quando são lidos.<br />
<br />
Foi o que aconteceu um destes dias, estive a ler a revista da semana de 22 a 28 de Julho de 2010. Nessa publicação três artigos apelaram à minha atenção. Até porque um deles está associado, na génese, a uma situação de sentimento de insegurança a ocorrer na margem sul.<br />
<br />
O Primeiro, fica-se por um pequeno texto e uma grande foto bem elucidativa dos motins levados a cabo em França por jovens delinquentes com o pretexto de vingarem a morte de um outro morto na sequência de uma perseguição policial após um assalto. Situação da qual não estamos livres de poder vir a assistir em Portugal.<br />
<br />
Outro texto mostrava a falta de respeito dos políticos pelas nossas <span style="font-weight: bold;">“Secretas”, </span>particularmente do Governo que tem a competência de nomear as suas chefias.<br />
<br />
Neste artigo era apontada a nomeação de uma senhora, ex assessora do grupo parlamentar do PS, que passou do nível mais baixo da função pública, directamente para um dos mais altos e ainda por cima num sector tão sensível como o da espionagem. Sensível para aqueles que como eu privilegiam a recolha de informação com o objectivo da segurança do país, não tanto daqueles que privilegiam a colheita de informação em defesa do poder instituído e como forma de manter o <span style="font-style: italic;">status quo</span>. <br />
<br />
Esta é mais uma das muitas situações que não deveriam acontecer, mas amiúde se passam ao nível da Segurança em Portugal que, como sabemos, é dominada por um grupo de pessoas, mais ou menos discretas, que sabe muito bem o quão é importante deter e controlar a informação e segurança a todos os níveis e em todos os sectores.<br />
<br />
O terceiro artigo a chamar a minha atenção foi o da <span style="font-weight: bold;">partilha dos táxis</span>, situação comum em muitos países, quer por uma questão de poupança monetária, quer por uma questão ambiental, mas prática difícil, senão impossível, de implementar em Portugal.<br />
<br />
Em minha opinião a partilha de táxis por pessoas que não se conhecem está muito associada à insegurança latente nas nossas urbes. Na partilha de um táxi a última pessoa a entrar tem receio de vir a ser alvo de algum tipo de ataque pelo cliente que já lá está.<br />
<br />
Para este sentimento de insegurança contribui e muito as constantes notícias de sucessivos ataques aos utentes dos transportes públicos. Vide o que sucede amiúde no “metro” da margem sul, especialmente na zona do Pragal, mas que não é devidamente combatido por parte das autoridades, segundo uma das responsáveis locais da PSP, pela simples razão: “…<span style="font-style: italic;">a criminalidade no concelho reduziu 4%</span>...”. <br />
<br />
Será que alguém explica a esta Oficial da PSP que possivelmente reduziu porque as pessoas desacreditaram nas Polícias e nos Tribunais? Será que reduziu porque as pessoas não se sentindo apoiadas pela sua Policia têm receio de represálias por parte dos meliantes? Será que reduziu porque a Senhora Oficial leu um relatório onde não estão inscritos todos os crimes (vulgar acontecer, como o que acontece com os dados, quase sempre “<span style="font-style: italic;">trabalhados</span>”, dos Relatórios de Segurança Interna).<br />
<br />
A insegurança vai continuar a estar presente enquanto alguns oficiais e responsáveis pela segurança entenderem dar primazia aos discursos políticos (do não se passa nada está tudo bem!), para agradarem ao poder instalado, em detrimento de combater as realidades criminais que estão à vista de todos menos de alguns responsáveis pela segurança pública, mais preocupados com a segurança “pessoal” deles próprios.  </div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Problema no Login]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=171</link>
			<pubDate>Sun, 31 Oct 2010 15:26:31 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=171</guid>
			<description><![CDATA[Tivemos um problema no Fórum, onde não se conseguia efectuar o login.<br />
<br />
Esta situação já se encontra ultrapassada. No entanto se houver algum membro do fórum que não consiga efectuar o login, envie um email ao administrador. Obrigado]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[Tivemos um problema no Fórum, onde não se conseguia efectuar o login.<br />
<br />
Esta situação já se encontra ultrapassada. No entanto se houver algum membro do fórum que não consiga efectuar o login, envie um email ao administrador. Obrigado]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Cimeira da NATO - Os custos da Segurança]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=170</link>
			<pubDate>Tue, 28 Sep 2010 16:10:13 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=170</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Foi recentemente anunciado que a PSP, através da sua Direcção Nacional vai gastar, ao Governo Civil de Lisboa, cinco milhões de euros na aquisição de equipamento para reforçar os meios ao dispor dos Agentes que vão estar responsáveis pela segurança da cimeira da NATO.<br />
<br />
É importante que os nossos convidados se sintam seguros, da mesma forma que é importante que todas as ameaças credíveis sejam consideradas.<br />
<br />
Todavia, os equipamentos que a PSP se propõem a adquirir, nomeadamente as viaturas, após a cimeira vão servir onde e em que situações? Se não fizeram grande falta até ao momento porque os índices normais de ameaça em Portugal não o justificaram, como serão utilizados no futuro dado que após a cimeira os níveis de ameaça voltam ao mesmo?<br />
<br />
Atendendo ao actual estado do País, na minha opinião, que sou a favor da segurança, é extremamente difícil entender estas aquisições , muito mais difícil será para o comum cidadão, que não conhecendo as ameaças normais de Portugal, tem dificuldade em compreender e aceitar tais gastos.<br />
<br />
Mas com a realização da cimeira continuamos a ter presente a ameaça, então qual seria a solução para este caso em concreto? Fácil, muito fácil!<br />
<br />
O Estado Português nunca se pronunciou negativamente quando somos visitados por altas individualidades e estas trazem meios de segurança próprios, recordo-me do Papa, do Presidente dos Estados Unidos até do Presidente da Líbia, Muammar Khadafi.<br />
<br />
Ora sendo esta cimeira da NATO e sabendo-se a composição e competências desta aliança, não teria sido despropositado efectuar uma de duas coisas: ou pedir – especialmente os carros – emprestados a outro Estado (creio que Espanha dispõem desses equipamentos), ou, em alternativa, encontrar-se uma forma de no seio da própria NATO essa questão ser resolvida pois a ameaça em Portugal só vai crescer, exactamente devido à cimeira.<br />
<br />
Mas podíamos ir mais longe, sermos honestos connosco próprios e informar a NATO que não dispúnhamos, de momento, de meios económicos para levar a cabo um evento de tal envergadura.<br />
<br />
Resumindo, creio que o Estado está neste, como em outros casos, a viver acima das suas possibilidades e a PSP com tantos problemas financeiros, bem podia aplicar estes cinco milhões a levantar a moral dos seus Agentes para durante pelo menos algum tempo os cidadãos deixarem de ouvir aquela frase desgastada <span style="font-style: italic;">“…os nossos meios são poucos, não há Agentes nem carros que cheguem para tantas solicitações!”.</span><br />
 <br />
Por último, temos a questão do ajuste directo…cinco milhões de euros por ajuste directo?! A lei até pode permitir, mas podemos sempre aplicar a máxima: “<span style="font-style: italic;">à mulher de César não basta ser séria, há que parecê-lo"</span>.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">Foi recentemente anunciado que a PSP, através da sua Direcção Nacional vai gastar, ao Governo Civil de Lisboa, cinco milhões de euros na aquisição de equipamento para reforçar os meios ao dispor dos Agentes que vão estar responsáveis pela segurança da cimeira da NATO.<br />
<br />
É importante que os nossos convidados se sintam seguros, da mesma forma que é importante que todas as ameaças credíveis sejam consideradas.<br />
<br />
Todavia, os equipamentos que a PSP se propõem a adquirir, nomeadamente as viaturas, após a cimeira vão servir onde e em que situações? Se não fizeram grande falta até ao momento porque os índices normais de ameaça em Portugal não o justificaram, como serão utilizados no futuro dado que após a cimeira os níveis de ameaça voltam ao mesmo?<br />
<br />
Atendendo ao actual estado do País, na minha opinião, que sou a favor da segurança, é extremamente difícil entender estas aquisições , muito mais difícil será para o comum cidadão, que não conhecendo as ameaças normais de Portugal, tem dificuldade em compreender e aceitar tais gastos.<br />
<br />
Mas com a realização da cimeira continuamos a ter presente a ameaça, então qual seria a solução para este caso em concreto? Fácil, muito fácil!<br />
<br />
O Estado Português nunca se pronunciou negativamente quando somos visitados por altas individualidades e estas trazem meios de segurança próprios, recordo-me do Papa, do Presidente dos Estados Unidos até do Presidente da Líbia, Muammar Khadafi.<br />
<br />
Ora sendo esta cimeira da NATO e sabendo-se a composição e competências desta aliança, não teria sido despropositado efectuar uma de duas coisas: ou pedir – especialmente os carros – emprestados a outro Estado (creio que Espanha dispõem desses equipamentos), ou, em alternativa, encontrar-se uma forma de no seio da própria NATO essa questão ser resolvida pois a ameaça em Portugal só vai crescer, exactamente devido à cimeira.<br />
<br />
Mas podíamos ir mais longe, sermos honestos connosco próprios e informar a NATO que não dispúnhamos, de momento, de meios económicos para levar a cabo um evento de tal envergadura.<br />
<br />
Resumindo, creio que o Estado está neste, como em outros casos, a viver acima das suas possibilidades e a PSP com tantos problemas financeiros, bem podia aplicar estes cinco milhões a levantar a moral dos seus Agentes para durante pelo menos algum tempo os cidadãos deixarem de ouvir aquela frase desgastada <span style="font-style: italic;">“…os nossos meios são poucos, não há Agentes nem carros que cheguem para tantas solicitações!”.</span><br />
 <br />
Por último, temos a questão do ajuste directo…cinco milhões de euros por ajuste directo?! A lei até pode permitir, mas podemos sempre aplicar a máxima: “<span style="font-style: italic;">à mulher de César não basta ser séria, há que parecê-lo"</span>.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Costa da Caparica está na mesma ou pior]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=168</link>
			<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 22:17:19 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=168</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O ano passado, quando lá estive de férias, ainda decorriam muitas obras na Costa da Caparica. Eram camiões de um lado para o outro, dragas a descarregar areia nas praias, o “barbas” que teimava em não deixar mandar o antigo restaurante abaixo, tábuas acabadas de montar todas empenadas tornando-se autênticas armadilhas aos que andam bem, quanto mais aos de mobilidade condicionada, etc. etc.<br />
<br />
Foi-me dada a oportunidade de denunciar tudo isto numa entrevista para um canal de televisão. Mas no fundo, pensava eu, era só uma questão de tempo e tudo aquilo era para melhorar esta estância balnear.<br />
<br />
Por de trás de todas estas transformações visíveis também decorria a substituição das autoridades. Deixava a PSP começava a GNR em todo o território. Anteriormente estava a PSP na parte urbana a GNR na envolvente (estrada de acesso a fonte da Telha incluída) e Polícia Marítima junto ao mar.<br />
<br />
Mais uma esperança menos divisões, melhor segurança, para o ano está melhor. MENTIRA! Está tudo na mesma e em certas matérias, como p.e. o trânsito está muito pior!<br />
<br />
Realmente as dragas já não debitam areia, o antigo “barbas” foi abaixo, os camiões já não circulam no paredão…mas!?<br />
<br />
O estacionamento é caótico, as tábuas estão mais empenadas, policiamento mal se vê.<br />
<br />
No passado ir à Costa da Caparica tinha os seus perigos; os do mar! Agora são muitos mais. Esperemos que no mínimo volte aos tempos em que a competição entre a PSP, GNR e Polícia Marítima obrigava ao estacionamento com o mínimo de regras, se viam patrulhas apeadas do CI na Rua dos Pescadores e viaturas da Polícia Marítima no paredão.<br />
<br />
Não é só quando o dinheiro é pouco que a segurança e pouca, basta acabar a competição entre as polícias e estão abertas as portas para a insegurança. Infelizmente a segurança no país ainda é “vista” pelos oficias das nossas polícias como “quintas”, quando acabar essa postura, melhorará a segurança. </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">O ano passado, quando lá estive de férias, ainda decorriam muitas obras na Costa da Caparica. Eram camiões de um lado para o outro, dragas a descarregar areia nas praias, o “barbas” que teimava em não deixar mandar o antigo restaurante abaixo, tábuas acabadas de montar todas empenadas tornando-se autênticas armadilhas aos que andam bem, quanto mais aos de mobilidade condicionada, etc. etc.<br />
<br />
Foi-me dada a oportunidade de denunciar tudo isto numa entrevista para um canal de televisão. Mas no fundo, pensava eu, era só uma questão de tempo e tudo aquilo era para melhorar esta estância balnear.<br />
<br />
Por de trás de todas estas transformações visíveis também decorria a substituição das autoridades. Deixava a PSP começava a GNR em todo o território. Anteriormente estava a PSP na parte urbana a GNR na envolvente (estrada de acesso a fonte da Telha incluída) e Polícia Marítima junto ao mar.<br />
<br />
Mais uma esperança menos divisões, melhor segurança, para o ano está melhor. MENTIRA! Está tudo na mesma e em certas matérias, como p.e. o trânsito está muito pior!<br />
<br />
Realmente as dragas já não debitam areia, o antigo “barbas” foi abaixo, os camiões já não circulam no paredão…mas!?<br />
<br />
O estacionamento é caótico, as tábuas estão mais empenadas, policiamento mal se vê.<br />
<br />
No passado ir à Costa da Caparica tinha os seus perigos; os do mar! Agora são muitos mais. Esperemos que no mínimo volte aos tempos em que a competição entre a PSP, GNR e Polícia Marítima obrigava ao estacionamento com o mínimo de regras, se viam patrulhas apeadas do CI na Rua dos Pescadores e viaturas da Polícia Marítima no paredão.<br />
<br />
Não é só quando o dinheiro é pouco que a segurança e pouca, basta acabar a competição entre as polícias e estão abertas as portas para a insegurança. Infelizmente a segurança no país ainda é “vista” pelos oficias das nossas polícias como “quintas”, quando acabar essa postura, melhorará a segurança. </div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[Segurança para Todos]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=167</link>
			<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 22:14:33 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=167</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
Neste Fórum é a primeira vez que faço uma referência evidente à Instituição onde trabalho. Para que não subsistam dúvidas, repito os princípios que o norteiam para que não fiquem dúvidas:<br />
 <br />
<span style="font-style: italic;">“Esta página foi pensada e executada com o objectivo exclusivo de partilhar, com outros profissionais do sector e público em geral, informação sobre a temática da Segurança.”<br />
<br />
A maioria dessa informação é resultado da experiência de cerca de 20 anos de actividade profissional do Autor na área da Segurança e da partilha de conhecimentos e experiências com outros profissionais do sector. “</span><br />
<br />
Esclarecido este ponto que considero importante, gostaria de partilhar convosco o seguinte:<br />
<br />
A legislação em vigor obriga as grandes empresas a disporem de meios de segurança devidamente organizados, algumas exclusivamente na vertente <span style="font-style: italic;">safety</span>, outras, como é o caso do sector bancário, também na vertente <span style="font-style: italic;">security</span>.<br />
<br />
Todavia, já está assumido pelos Gestores da Segurança (independentemente da denominação que lhes é atribuída: Directores, Responsáveis, etc.) que a segurança só é eficaz quando observada sobre uma óptica <span style="font-weight: bold;">INTEGRAL</span>, ou seja; só se obtém segurança quando se tem uma visão integrada das vertentes <span style="font-style: italic;">safety</span> e <span style="font-style: italic;">security</span>.<br />
<br />
No entanto, a segurança é feita pelas pessoas e para as pessoas. Se não conseguirmos formar e sensibilizar todos e com isso constituir o triângulo “<span style="font-weight: bold;"><span style="font-style: italic;">safety</span>, <span style="font-style: italic;">security</span>, formação/informação</span>” – quaisquer objectivos de um ambiente seguro caem por terra.<br />
<br />
Não se consegue construir um ambiente seguro se não sensibilizarmos as pessoas para a problemática e simultaneamente as envolvermos nos objectivos a atingir. Para tal importa: <span style="font-weight: bold;">Formar e Informar</span>.<br />
 <br />
A formação pode visar os comportamentos mais simples: como proceder a uma evacuação ordenada (obrigatório por lei em determinadas condições) ou quais os procedimentos de apoio aos agentes da segurança, mas também pode ir mais além.<br />
<br />
É neste contexto que considero muito válido e bastante louvável aquilo que a Instituição bancária onde trabalho está a efectuar neste momento. Para além da formação imposta por lei aos elementos das “Equipas de Primeira Intervenção”, estão a decorrer acções continuadas de sensibilização/reciclagem.<br />
<br />
O Porquê da importância? – Porque neste caso, a segurança é abordada de um modo diferente. Não se faz porque é obrigatório ou necessário. Faz-se porque se entende o quanto esta é uma necessidade das pessoas.<br />
 <br />
Ou seja, <span style="font-weight: bold;">não se reage; age-se!</span><br />
<br />
As descritas acções que visam a sensibilização na área do socorro imediato, estão a ser levadas a cabo por Agentes de Segurança Privada especializados e devidamente habilitados para tal. A inclusão de pessoas com estas habilitações no Modelo de Segurança da Instituição não é um conceito novo, foi criado há uns anos, mas agora é também aproveitado na vertente da sensibilização da segurança, num contexto de “<span style="font-weight: bold;">Empresa Segura</span>”. <br />
<br />
Esses Agentes, nas acções que agora decorrem, dão a conhecer e partilham os seus saberes com os Trabalhadores da Instituição, tornando assim, sem margem para dúvidas, o ambiente mais seguro.<br />
<br />
A sensibilização que é feita para a problemática da segurança vai para além da imposição legal e mais ao encontro das necessidades da sociedade, pois os temas abordados são comuns às potenciais necessidades de qualquer pessoa em qualquer espaço. Foi tão-somente a constatação dessa importância que motivou a elaboração deste texto.<br />
<br />
O nosso entendimento é que este conceito poderia – senão, deveria - ser adoptado por empresas de grandes dimensões que têm, para além da responsabilidade do cumprimento da legislação, também uma obrigação social.<br />
<br />
A Segurança é uma necessidade de todos e não só de alguns.</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
Neste Fórum é a primeira vez que faço uma referência evidente à Instituição onde trabalho. Para que não subsistam dúvidas, repito os princípios que o norteiam para que não fiquem dúvidas:<br />
 <br />
<span style="font-style: italic;">“Esta página foi pensada e executada com o objectivo exclusivo de partilhar, com outros profissionais do sector e público em geral, informação sobre a temática da Segurança.”<br />
<br />
A maioria dessa informação é resultado da experiência de cerca de 20 anos de actividade profissional do Autor na área da Segurança e da partilha de conhecimentos e experiências com outros profissionais do sector. “</span><br />
<br />
Esclarecido este ponto que considero importante, gostaria de partilhar convosco o seguinte:<br />
<br />
A legislação em vigor obriga as grandes empresas a disporem de meios de segurança devidamente organizados, algumas exclusivamente na vertente <span style="font-style: italic;">safety</span>, outras, como é o caso do sector bancário, também na vertente <span style="font-style: italic;">security</span>.<br />
<br />
Todavia, já está assumido pelos Gestores da Segurança (independentemente da denominação que lhes é atribuída: Directores, Responsáveis, etc.) que a segurança só é eficaz quando observada sobre uma óptica <span style="font-weight: bold;">INTEGRAL</span>, ou seja; só se obtém segurança quando se tem uma visão integrada das vertentes <span style="font-style: italic;">safety</span> e <span style="font-style: italic;">security</span>.<br />
<br />
No entanto, a segurança é feita pelas pessoas e para as pessoas. Se não conseguirmos formar e sensibilizar todos e com isso constituir o triângulo “<span style="font-weight: bold;"><span style="font-style: italic;">safety</span>, <span style="font-style: italic;">security</span>, formação/informação</span>” – quaisquer objectivos de um ambiente seguro caem por terra.<br />
<br />
Não se consegue construir um ambiente seguro se não sensibilizarmos as pessoas para a problemática e simultaneamente as envolvermos nos objectivos a atingir. Para tal importa: <span style="font-weight: bold;">Formar e Informar</span>.<br />
 <br />
A formação pode visar os comportamentos mais simples: como proceder a uma evacuação ordenada (obrigatório por lei em determinadas condições) ou quais os procedimentos de apoio aos agentes da segurança, mas também pode ir mais além.<br />
<br />
É neste contexto que considero muito válido e bastante louvável aquilo que a Instituição bancária onde trabalho está a efectuar neste momento. Para além da formação imposta por lei aos elementos das “Equipas de Primeira Intervenção”, estão a decorrer acções continuadas de sensibilização/reciclagem.<br />
<br />
O Porquê da importância? – Porque neste caso, a segurança é abordada de um modo diferente. Não se faz porque é obrigatório ou necessário. Faz-se porque se entende o quanto esta é uma necessidade das pessoas.<br />
 <br />
Ou seja, <span style="font-weight: bold;">não se reage; age-se!</span><br />
<br />
As descritas acções que visam a sensibilização na área do socorro imediato, estão a ser levadas a cabo por Agentes de Segurança Privada especializados e devidamente habilitados para tal. A inclusão de pessoas com estas habilitações no Modelo de Segurança da Instituição não é um conceito novo, foi criado há uns anos, mas agora é também aproveitado na vertente da sensibilização da segurança, num contexto de “<span style="font-weight: bold;">Empresa Segura</span>”. <br />
<br />
Esses Agentes, nas acções que agora decorrem, dão a conhecer e partilham os seus saberes com os Trabalhadores da Instituição, tornando assim, sem margem para dúvidas, o ambiente mais seguro.<br />
<br />
A sensibilização que é feita para a problemática da segurança vai para além da imposição legal e mais ao encontro das necessidades da sociedade, pois os temas abordados são comuns às potenciais necessidades de qualquer pessoa em qualquer espaço. Foi tão-somente a constatação dessa importância que motivou a elaboração deste texto.<br />
<br />
O nosso entendimento é que este conceito poderia – senão, deveria - ser adoptado por empresas de grandes dimensões que têm, para além da responsabilidade do cumprimento da legislação, também uma obrigação social.<br />
<br />
A Segurança é uma necessidade de todos e não só de alguns.</div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[A Insegurança de Verão]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=166</link>
			<pubDate>Sat, 03 Jul 2010 22:00:17 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=166</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
Não concordo nada com as “épocas” em questões de segurança. Considero que a segurança não deve ter épocas! Mas um facto é que em determinada altura do ano aumentam consideravelmente os números da insegurança. Seja por força do aumento dos fogos, dos furtos ou até da pequena criminalidade grupal.<br />
<br />
Tenho verificado que nesta altura – inicio do verão – aumentam os episódios de pequena criminalidade, muitos desses casos associados a adolescentes e praticados em grupo em locais públicos, como que a afirmarem a sua “valentia”.<br />
<br />
Portugal, como outros países da Europa tem problemas a resolver com os filhos dos emigrantes, não é uma questão de xenofobia, é uma questão social grave.<br />
<br />
Nesta altura, porque as escolas param, o tempo que estes jovens dispõem é maior e não tendo grandes alternativas, facilmente se sujeitam aos desafios da criminalidade. Estou em crer que é mesmo nestas alturas que são praticados muitos rituais de iniciação, em que os mais novos são desafiados a “provar” a sua virilidade criminal aos mais velhos.<br />
<br />
Não é com protestos dos políticos que isso se resolve. Em minha opinião são mesmo os políticos de todo o espectro, os principais responsáveis por esta situação.<br />
<br />
     - Quem concebeu o actual Código de Processo Penal?<br />
<br />
     - Quem concebeu o actual Código Penal?<br />
<br />
Foram os políticos. Importa realçar que documentos desta natureza têm obrigatoriamente a participação de todos independentemente do sentido de voto final na Assembleia da República.<br />
 <br />
Está na altura dos verdadeiros responsáveis serem acusados e punidos. Punidos com a pena de serem obrigados a conceber Leis que protejam os cidadãos no “durante” que castiguem os culpados no “após”, mas o mais importante que actuem no “antes”.<br />
<br />
Prevejam estes fenómenos que tendem a aumentar com a falta de punição e não necessita de ser o recurso à prisão. Existem imensas formas de encaminhar estes pseudo-criminosos nos trilhos certos da vivência em sociedade, como p.e. colocá-los a efectuar tarefas comunitárias nos seus próprios bairros, fazê-los sentirem-se responsáveis por qualquer coisa que não seja uma arma ou umas doses de droga.<br />
<br />
Esta e outras medidas seriam úteis se estivessem consignadas na Lei. </div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
Não concordo nada com as “épocas” em questões de segurança. Considero que a segurança não deve ter épocas! Mas um facto é que em determinada altura do ano aumentam consideravelmente os números da insegurança. Seja por força do aumento dos fogos, dos furtos ou até da pequena criminalidade grupal.<br />
<br />
Tenho verificado que nesta altura – inicio do verão – aumentam os episódios de pequena criminalidade, muitos desses casos associados a adolescentes e praticados em grupo em locais públicos, como que a afirmarem a sua “valentia”.<br />
<br />
Portugal, como outros países da Europa tem problemas a resolver com os filhos dos emigrantes, não é uma questão de xenofobia, é uma questão social grave.<br />
<br />
Nesta altura, porque as escolas param, o tempo que estes jovens dispõem é maior e não tendo grandes alternativas, facilmente se sujeitam aos desafios da criminalidade. Estou em crer que é mesmo nestas alturas que são praticados muitos rituais de iniciação, em que os mais novos são desafiados a “provar” a sua virilidade criminal aos mais velhos.<br />
<br />
Não é com protestos dos políticos que isso se resolve. Em minha opinião são mesmo os políticos de todo o espectro, os principais responsáveis por esta situação.<br />
<br />
     - Quem concebeu o actual Código de Processo Penal?<br />
<br />
     - Quem concebeu o actual Código Penal?<br />
<br />
Foram os políticos. Importa realçar que documentos desta natureza têm obrigatoriamente a participação de todos independentemente do sentido de voto final na Assembleia da República.<br />
 <br />
Está na altura dos verdadeiros responsáveis serem acusados e punidos. Punidos com a pena de serem obrigados a conceber Leis que protejam os cidadãos no “durante” que castiguem os culpados no “após”, mas o mais importante que actuem no “antes”.<br />
<br />
Prevejam estes fenómenos que tendem a aumentar com a falta de punição e não necessita de ser o recurso à prisão. Existem imensas formas de encaminhar estes pseudo-criminosos nos trilhos certos da vivência em sociedade, como p.e. colocá-los a efectuar tarefas comunitárias nos seus próprios bairros, fazê-los sentirem-se responsáveis por qualquer coisa que não seja uma arma ou umas doses de droga.<br />
<br />
Esta e outras medidas seriam úteis se estivessem consignadas na Lei. </div>]]></content:encoded>
		</item>
		<item>
			<title><![CDATA[As Praias e a Segurança]]></title>
			<link>http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=165</link>
			<pubDate>Sat, 29 May 2010 23:16:27 +0000</pubDate>
			<guid isPermaLink="false">http://www.juliosantos.net/forum/showthread.php?tid=165</guid>
			<description><![CDATA[<div style="text-align: justify;"> No fim-de-semana de 23 e 24 de Maio morreram seis pessoas nas praias portuguesas. A maioria das vítimas era jovem. <br />
<br />
Esta constatação é preocupante e muito similar à dos acidentes de automóvel. Proporcionalmente os jovens são as vítimas mais numerosas.<br />
<br />
Claro que a inconsequência inerente à idade é um factor preponderante para o desfecho destes acidentes, mas não podemos omitir a ausência de educação em segurança nas escolas.<br />
<br />
O nosso país não tem ameaças de monta. Logo, a componente segurança não faz parte da educação das crianças e jovens. É verdade que alguns currículos escolares já incluem matérias que preconizam a segurança, mas ainda são muito deficitários.<br />
<br />
Os próprios pais ainda crêem que “essas coisas” só acontecem aos outros ou então são sensacionalismos de algumas televisões e jornais, esse é o motivo pelo qual também facilitam, quer na educação, quer na preocupação e acompanhamento.<br />
 <br />
Precisamos urgentemente de dotar o sistema de ensino de currículos adequados aos perigos que espreitam as crianças e jovens do nosso país.<br />
<br />
Voltando ao tema da “segurança nas praias”, importa que os responsáveis assumam as suas responsabilidades. Não só nestas mortes como em outras que, a manter o conceito de “época balnear”, vão acontecer por esse Portugal fora neste e nos próximos anos.<br />
<br />
Quando é que deixamos de ter “épocas” para tudo? É época dos “fogos”, é época “balnear”, época disto, época daquilo. Quando deixarmos de ter épocas, vamos passar a ter mais segurança, vão morrer menos pessoas e ficarem menos feridas.<br />
<br />
Quando é que os responsáveis entendem que as épocas, ao contrário do que eles defendem, custam muito mais ao país a longo prazo do que assumir que tomar medidas preventivas todo o ano?<br />
<br />
Um país com um clima ameno na maior parte do ano, a “época balnear” é todo o ano e a “época dos fogos” também, apenas se intensificam no verão. Vamos recordar as autoridades que se fazem queimadas todo o ano, que as florestas estão mal tratadas todo o ano, que o mar e o sol estão lá todo o ano.<br />
<br />
Apenas como apontamento recordo que no nosso país no primeiro dia do ano, “vão a banhos” de mar milhares de pessoas de norte a sul.<br />
<br />
No caso concreto das praias, entre militares e bombeiros tem de forçosamente existir segurança todo o ano. Sugiro que os concessionários sejam retirados deste processo. Estes empresários existem para explorar instalações de hotelaria não para efectuar análises de risco nem combatê-lo. Para isso existem as entidades competentes: Marinha e Bombeiros.<br />
 <br />
Na minha opinião é à Marinha e aos Bombeiros em conjunto, coordenados pelos serviços de protecção civil a quem compete garantir a segurança nas praias durante todo o ano.<br />
 <br />
Em alternativa, resta ao comum cidadão a GNR. Pode ser que esta Instituição militar crie a especialidade de Nadadores Salvadores e aí vai ser o habitual “ai Jesus credo” de quem agora tem essas responsabilidades. Lembram-se quando foi dos GIPS?</div>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;"> No fim-de-semana de 23 e 24 de Maio morreram seis pessoas nas praias portuguesas. A maioria das vítimas era jovem. <br />
<br />
Esta constatação é preocupante e muito similar à dos acidentes de automóvel. Proporcionalmente os jovens são as vítimas mais numerosas.<br />
<br />
Claro que a inconsequência inerente à idade é um factor preponderante para o desfecho destes acidentes, mas não podemos omitir a ausência de educação em segurança nas escolas.<br />
<br />
O nosso país não tem ameaças de monta. Logo, a componente segurança não faz parte da educação das crianças e jovens. É verdade que alguns currículos escolares já incluem matérias que preconizam a segurança, mas ainda são muito deficitários.<br />
<br />
Os próprios pais ainda crêem que “essas coisas” só acontecem aos outros ou então são sensacionalismos de algumas televisões e jornais, esse é o motivo pelo qual também facilitam, quer na educação, quer na preocupação e acompanhamento.<br />
 <br />
Precisamos urgentemente de dotar o sistema de ensino de currículos adequados aos perigos que espreitam as crianças e jovens do nosso país.<br />
<br />
Voltando ao tema da “segurança nas praias”, importa que os responsáveis assumam as suas responsabilidades. Não só nestas mortes como em outras que, a manter o conceito de “época balnear”, vão acontecer por esse Portugal fora neste e nos próximos anos.<br />
<br />
Quando é que deixamos de ter “épocas” para tudo? É época dos “fogos”, é época “balnear”, época disto, época daquilo. Quando deixarmos de ter épocas, vamos passar a ter mais segurança, vão morrer menos pessoas e ficarem menos feridas.<br />
<br />
Quando é que os responsáveis entendem que as épocas, ao contrário do que eles defendem, custam muito mais ao país a longo prazo do que assumir que tomar medidas preventivas todo o ano?<br />
<br />
Um país com um clima ameno na maior parte do ano, a “época balnear” é todo o ano e a “época dos fogos” também, apenas se intensificam no verão. Vamos recordar as autoridades que se fazem queimadas todo o ano, que as florestas estão mal tratadas todo o ano, que o mar e o sol estão lá todo o ano.<br />
<br />
Apenas como apontamento recordo que no nosso país no primeiro dia do ano, “vão a banhos” de mar milhares de pessoas de norte a sul.<br />
<br />
No caso concreto das praias, entre militares e bombeiros tem de forçosamente existir segurança todo o ano. Sugiro que os concessionários sejam retirados deste processo. Estes empresários existem para explorar instalações de hotelaria não para efectuar análises de risco nem combatê-lo. Para isso existem as entidades competentes: Marinha e Bombeiros.<br />
 <br />
Na minha opinião é à Marinha e aos Bombeiros em conjunto, coordenados pelos serviços de protecção civil a quem compete garantir a segurança nas praias durante todo o ano.<br />
 <br />
Em alternativa, resta ao comum cidadão a GNR. Pode ser que esta Instituição militar crie a especialidade de Nadadores Salvadores e aí vai ser o habitual “ai Jesus credo” de quem agora tem essas responsabilidades. Lembram-se quando foi dos GIPS?</div>]]></content:encoded>
		</item>
	</channel>
</rss>
